quarta-feira, 13 de março de 2013

Lixo = tecnologia = energia. Será?


Na natureza, nada se cria e nada se perde, tudo se transforma. Seguindo o princípio criado por Lavoisier, é interessante pensar em que acontece com as coisas que descartamos simplesmente por sobrarem, não servirem ou estragarem. Em outras palavras, que fim toma o lixo quando ele sai de nossas casas?
Arquivo Agência Brasil
Arquivo Agência Brasil
O Brasil produz 198 mil toneladas/dia de resíduos, mas 11% não são nem coletados e outros 41% têm destinação inadequada
É mais fácil acreditar que ele simplesmente some, mas na verdade ele se acumula em aterros, rios, calçadas e uma centena de outros lugares impróprios para receberem resíduos. Mas uma solução revelada em um estudo recente sugere que o lixo, se bem utilizado, pode gerar energia elétrica para 1,5 milhão de brasileiros.
Conforme informações divulgadas no “Atlas Brasileiro de Emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) e Potencial Energético na Destinação de Resíduos Sólidos”, lançado recentemente pela Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), o país produz diariamente 198 mil toneladas de resíduos. No entanto, 11% desta produção não são nem coletados e outros 41% têm destinação inadequada.
Agência Brasil
Agência Brasil
Com um investimento governamental e maior aplicação dos cidadãos na coleta seletiva, seria possível aproveitar melhor a energia do lixo
Trata-se, na verdade de um melhor aproveitamento de gases que emanam do lixo. O sistema de recolhimento desse biogás para fins energéticos já existe no Brasil, mas apenas em uma quantidade pequena de aterros.
Ainda segundo o estudo, para que a energia proveniente do lixo fosse aproveitada, seria necessário um investimento de cerca de R$1 bilhão no setor, além de uma política mais eficaz de coleta seletiva – já que os resíduos orgânicos produzem melhor o biogás se separados dos recicláveis.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Brasil gera em torno de 61 milhões de toneladas de lixo sólido. Isso sem contar o ixo que é destinado a lugares impróprios como encostas de rios, terrenos baldios e aglomerações em comunidades onde a coleta seletiva é escassa.
Temos um potêncial energético com matéria prima de sobra, só nos falta a capacidade administrativa e empresários motivados a investir em um setor que só tende a crescer devido ao crescimento demográfico e maior consumo.
Quando a sociedade irá dar atenção a tal problema? Somos uma sociedade de acomodados dos quais só tomam providências em casos extremos onde a calamidade pública cansada de esperar por atitudes invade nossas vidas e transforma nosso vale em trevas. 
Somos atrasados, não projetamos o futuro, vivemos consertando erros do passado e remendando o remendo já gasto. Onde estão os crentes, desbravadores, homens do progresso desse país que não anda, rasteja em termos de tecnologia e ciência!? Não basta virar um justiceiro em redes sociais coberto pela capa do anônimato e ser um palerma na vida real. 
Como afirmara William Shakespeare "Existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia." Em determinadas situações só nos basta plantar a semente e esperar que ela germine. Que nossas próximas gerações sejam mais rebeldes a ponto de não querer esperar por discursos acalorados e sim por mãos calejadas. Por que não há progresso sem o trabalho efetivamente. Seja feliz!

quarta-feira, 6 de março de 2013

É NÓIS QUE TÁ



Nossa sistema é tão obsoleto tão atrasado e retardado, incoerente indecente. Somos capazes de julgar coisas minusculas e deixar que as de valor infinitamente maior passem desapercebidas. O fermento da hipocrisia brasileira é um dos melhores do mundo, capaz de dobrar a capacidade dos tolos e ludibriar os que ainda pensam com o coração mas que andam sem forças por que apesar de terem bons sentimentos não tem a coragem, ânimo, fé para ir contra essa força massiva. 

O que deveria nos importar deixa de ser importante á partir do momento que surge um rit novo, uma nova onda, novos passinhos para o tempo passar. Enquanto isso nas luzes do castelo do planalto a vida segue linda e bela sem ser perturbada pela opinião pública que só critica a " casa mais vigiada do Brasil.

Alias que opinião? O povo lá sabe o que é isso? Somos milhões de técnicos de futebol a espreita da bola que rola no campo da vida sem perceber que somos meros espectadores comandados pelas proezas administrativas de quem despreza os apelos da necessidade pública.
Pra que falar difícil aqui se quem deve ler não compreende!? Que tolice a minha querer chegar ao destinatário com palavras impróprias das quais não fazem sentido algum.

Sabe por que não entendem? Por que foram forçados a ignorância plena, estão jogados a própria sorte dentro de um sistema educacional falido. Aprender pra que? Se servem como massa de manobra; um povo instruído é mais difícil de ser domado. Pra quem vamos vender? Pra quem vamos fazer valer as nossas leis ridículas sem sermos cobrados? Á quem iremos roubar e abocanhar sem dó nem piedade? Nossas famílias precisam sobreviver, meus filhos sem escolas particulares de primeiro nível nunca! Minha esposa sem as suas jóias e passeios pelas grifes e viagens pelo mundo como pode isso? Como vou me gabar pelo estátus e luxuria ao qual me submeti!?

Enquanto isso o país continua: Tendo, seno, subino, deceno, já que é nóis que tá o povo panguão continua com isso memo.

Pense nisso e seja feliz!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Saiba mais...



Quantos boatos sobre o aumento de homicídios na capital paulista e em sua região metropolitana, o caso vem sendo discutido de maneira repetitiva ao longo desses últimos dois meses.

Quando há um grande destaque em um determinado tipo de assunto é por que alguma merda maior anda sendo feita. Portanto o olhar periférico da sociedade não consegue enxergar outra coisa há não ser o que mídia comercial propõe á dizer.

Nenhum acontecimento é por acaso, quantos homicídios não deixam de ser contabilizados? Quem ou que organização se encarrega de investigar e apurar os fatos de maneira eficiente com esplêndida imparcialidade?

Qual a verdadeira razão das mortes recentes de dezenas de policiais? Retalhação do PCC? se for retalhação o que o (Primeiro comando da capital) vem exigindo e que não está sendo cumprido pelos cupinchas de farda?

Resumindo, somos um povo reclamão, que facilmente deixa ser manipulado, amedronta-se com falsos testemunhos, gostamos de levar vantagem, e vivemos um eterno carnaval, onde tudo é festa, ninguém é de ninguém e o que é realmente importante acaba virando cinzas.

Sabe de uma coisa? tente ao menos ser feliz!

domingo, 7 de outubro de 2012

A escolha é minha e sua também!









 Hoje quando me preparava para sair de casa e exercer minha liberdade de escolha um direito garantido pela democracia que vivemos em nosso país, claro que ainda existem alguns aspectos negativos sobre nossa democracia  mais ainda sim temos a liberdade de definir e depositar nossos votos á aqueles que nos representará na prefeitura de nossas cidades na câmara, no senado, no governo do estado e na presidência da república; Fiquei pensando, nossa hoje é um dia em que o povo, as pessoas simples ou não tão simples assim, que nunca tiveram a sensação de poder na vida, podem sentir isso hoje. Me veio a cabeça diversos pensamentos, sobre o que minha escolha poderia interferir na minha vida em meu presente e no meu futuro próximo, e vi que não iria a minha seção eleitoral apenas apertar botões e sim nomear pessoas para cargos de confiança, porque quando digitei os números de meus candidatos deleguei a eles a tarefa de uma educação mais estruturada com uma capacitação melhor dos professores, o desejo de que o sistema de saúde elimine para zero as filas e que pessoas não esperem mais até sua morte sem ter a oportunidade de fazer um tratamento digno, quando digitei os números dos meus candidatos minha vontade era que a infraestrutura do país para com os portos aeroportos fossem melhor, para que o transporte público seja mais humano e que pessoas não tenham mais que pegar metro, trem, ônibus lotados para chegarem aos seus respectivos destinos, eu votei por uma vida melhor, eu votei por mais moradia a quem não tem, votei por mais segurança para as pessoas, votei  pelo combate ás drogas, votei em favor da vida! Votei com consciência e responsabilidade. Sem isso como podemos cobrar os desvios de verbas públicas? dinheiro na cueca, meias, e não duvido nada se muitas calcinhas não tenham entrado nessa também  agora você já fez sua escolha, o seu destino está traçado, qual foi a sua escolha? espero e acredito que o seu, o meu voto faça um Brasil mais feliz!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Pagar para investigar!


O incentivo à denúncia por meio de recompensa auxiliará a polícia e o Poder Judiciário na coleta de provas, agilizando os procedimentos investigatórios e judiciais, e propiciando um aumento na resolução de crimes, avalia o autor do projeto

corrupção brasilO cidadão que denunciar crime contra a administração pública poderá receber uma recompensa equivalente a 10% do total de bens e valores recuperados pela Justiça. A medida consta no Projeto de Lei 1701/11, do deputado Manato (PDT-ES), em tramitação na Câmara. A recompensa será limitada a cem vezes o valor do salário mínimo (atualmente em R$ 622).
O projeto cria o Programa Federal de Recompensa e Combate à Corrupção. Segundo o texto, a denúncia poderá ser apresentada à polícia ou ao Ministério Público por qualquer pessoa com mais de 18 anos. A proposta garante o anonimato ao denunciante. Se for necessário, ele poderá ser incluído no Programa Federal de Assistência a Vítimas e a Testemunhas Ameaçadas, instituído pela Lei 9.807/99.


Entre os crimes contra a administração pública estão o peculato (apropriação ou desvio de verbas públicas), a prevaricação (atrasar ou prejudicar o cumprimento de atos públicos em benefício próprio) e a corrupção passiva (recebimento de vantagem indevida).
“O incentivo à denúncia por meio de recompensa auxiliará a polícia e o Poder Judiciário na coleta de provas, agilizando os procedimentos investigatórios e judiciais, e propiciando um aumento na resolução de crimes”, avalia o deputado Manato.
De acordo com a proposta, a União criará o Fundo de Recepção e Administração de bens e valores recuperados em ações transitadas em julgado. Os recursos para o pagamento, também sigiloso, aos denunciantes, sairão do fundo.

Tramitação

O projeto tramita de forma conclusiva nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania

Já que nossa cultura tem um nível retrógrado, eis um bom caminho para que a “justiça” comece a ser feita de maneira inteligênte. A sociedade é como um cãozinho que ao fazer uma tarefa com eficácia recebe um muito bem e um biscoitinho do seu dono em troca de algo, se para ser honesto ou ter senso de conduta moral é preciso ganhar ou lucrar então de que vale esse investimento? Não será essa mesma sociedade criadora desses ladrões da pátria? Enquanto as pessoas continuarem enxugando o gelo os mesmos casos vão continuar acontecendo, as gerações mudam mais o processo permanece.

terça-feira, 19 de junho de 2012


Essa é mais uma iniciativa do espaço cultural Ossomdoqsomos. Venha e faça parte desse tributo a um dos mestres da nossa música brasileira: Luiz Gonzaga.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Série: Le fail. Projeto Área 51

terça-feira, 20 de março de 2012

OSSOMDOQSOMOS

Venha participar da nossa feijoada cultural no espaço OSSODOQSOMOS. Convites sem caipirinha á R$ 20,00 e com caipirinha á R$ 25,00. Teremos músicas ao vivo, apresentações teatrais e exposições artisticas. Contato para vendas de convites antecipadas: 3879-0189

domingo, 29 de janeiro de 2012

Café Com O Cão EP. 01

Mais uma produção do Projeto Área 51. Café Com O Cão é uma série de vídeos que conta a trajetória de um diabo que, cansado de seu serviço rotineiro rotineiro no inferno, vem para a terra tentar novas profissões; No episódio número 1, o Cão é dono de um bar e recebe um rapaz que acaba de ser trocado por sua namorada e quando menos espera, recebe a visita de uma estrela pop!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012



A corrupção está incrustada na história do país desde os tempos do Brasil Império. De tão acostumados, nos tornamos tolerantes, políticos são flagrados e denunciados pela imprensa todos os dias e no dia seguinte escapam ilesos das penas cabíveis, falar mau da elite dominante virou coisa do dia a dia do #Sofátivismo (gente que tenta mudar o mundo sem levantar a bunda do sofá) e até chamamos suborno de mensalão.




Antes de continuar esse texto, vamos a uma breve explanação sobre um certo método Romano para engambelar o povo, muito parecido aliás com o que ocorre hoje no Brasil:



“Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Este método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e durante os eventos eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraia e se alimentava também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle, que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.”



Esta situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com o Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e evitar que as massas se rebelem criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela os economicamente desfavorecidos e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.



Em meio à “mensalinhos, mensalões e valériodutos”, palavras que se popularizaram nos últimos dez anos, eis que surge a oportunidade da “engambelada máster” para os governantes.



Se fizéssemos uma pesquisa de opinião do povo brasileiro sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil, tenho certeza que a maior parte apoiaria esse grande acontecimento, mesmo sabendo que os bilhões que serão gastos fariam falta à educação, saúde, segurança, infra-estrutura, miséria e muito mais. E foi com essa mesma certeza que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em plena campanha para eleger o candidato que daria continuidade aos seus oito anos de mandato e garantiria a hegemonia de seu partido na politicagem federal, se empenhou na “mexida dos pauzinhos” garantindo para o Brasil não só a Copa 2014, mas também as Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016.



Junte o maior evento esportivo do planeta organizado por uma entidade com um histórico de corrupção sombrio e um país do tamanho de um continente que tem poder e capacidade de primeiro mundo, mas com uma população que pensa como país de terceiro mundo e temos a combinação perfeita para o enriquecimento ilícito, o desvio de verbas e a previsão de grandes “elefantes brancos” a caminho.



Você que está lendo esse texto, por acaso sabe quanto vai ser gasto com as obras para a Copa 2014 no Brasil?



R$ 23,7 bilhões, esse é o valor do orçamento previsto para custear todas as obras necessárias para a Copa 2014.



Será que alguém parou pra pensar que com esse dinheiro, 460 mil casas populares poderiam ser construídas no Brasil?



Tão achando que é exagero? Olhem os números divulgados pela Revista Veja:



“No Maracanã (RJ) já foram gastos 26 milhões, de um total de 957 milhões; no Estádio Nacional de Brasília já investiram 45 milhões de um montante de 670 milhões; no Mineirão (MG) já se foram 86,6 milhões, com um custo de 666 milhões; no Castelão (Fortaleza) já foram gastos 80 milhões de uma previsão de 519 milhões; na Arena Amazônia (Manaus) já gastou-se 30 milhões de 499,5 milhões; na Arena Pantanal (Cuiabá), até agora foram gastos 48 milhões de 355 milhões; na Arena Pernambuco (PE), de 532 milhões foram investidos 60 milhões; no Beira Rio (RS), foram gastos 30 milhões de 290 milhões; na Fonte Nove (BA) já foram gastos 99.9 milhões, de um total de 592 milhões; no Estádio do Corinthians (SP), serão gastos 1 bilhão de reis e nada foi feito; na Arena das dunas (RN), nada ainda foi investido, de um custo de 400 milhões.”



Os números acima citados são apenas previsões iniciais, orçamentos feitos para obras que deveriam ter sido iniciadas dois anos atrás. Como não foram todas elas poderão custar muito mais que os R$ 23,7 Bilhões inicialmente previstos. Se tomarmos como exemplo as obras do Pan-americano de 2007, no Rio, onde foram gastos, só em obras, 4 bilhões de reais (dez vezes a previsão oficial) podemos prever que o total das obras para a Copa 2014 mais obras e contratos emergenciais poderão custar ao bolso do contribuinte a pequena bagatela de até R$ 230 Bilhões (não duvidem da capacidade dos deputados, senadores, vereadores e donos de construtoras).



A grande verdade é que ninguém pode afirmar com certeza quanto irá custar essa farra política da Copa do Mundo. Outra coisa que ninguém consegue imaginar é o que será feito ou que uso será dado aos estádios que estão sendo construídos na região norte e nordeste com capacidade de público para mais de 40 mil pessoas onde um clássico do campeonato estadual não consegue reunir 1.000 pagantes por jogo (elefante branco à vista).



Nossos governantes deveriam se envergonhar quando anunciam os gastos fabulosos e humilhantes de uma Copa do Mundo, que em nada vão acrescentar de útil para um povo que não tem atendimento médico, nem educação (somos o 53° no mundo) e sem segurança (enquanto escrevia esse post, só em São Paulo, 35 pessoas foram assaltadas). Como demonstrei anteriormente, R$ 23,7 Bilhões poderiam ser usados para construção de 460 mil casas populares de médio porte. Este mesmo valor bancaria a compra de 1 milhão de viaturas para investir na melhoria da segurança pública. Esse mesmo valor bancaria a construção de 18 mil novas unidades de educação infantil em qualquer lugar do Brasil (baseado em cálculos de investimento do PAC II).

Mais de 95 campus iguais ao que será construído para a UNILA poderiam ser construídos com o investimento da Copa.



Você que leu o texto até esse parágrafo deve estar pensando “Mas a Copa vai trazer dinheiro dos gringos pro Brasil, vai gerar empregos etc.. etc..”. Sim, até certo ponto é verdade. Em recente pesquisa divulgada pela consultoria Ernest &Young, a Copa do Mundo de 2014 vai gerar uma receita de R$ 142 bilhões adicionais para a economia brasileira. A conclusão de estudo elaborado pela Ernest &Young prevê também a geração de 3,63 milhões de empregos.



Os números são bonitos, mas acontece que, R$ 23 bilhões estão saindo dos cofres públicos e R$ 142 bilhões não estão voltando paras os cofres públicos estão indo para os cofres da iniciativa privada. Estão transformando dinheiro público que deveria ser investido na melhoria da situação do povo e na erradicação da pobreza do país em dinheiro que vai diretamente para grandes investidores, donos de redes de hotéis e etc. Quanto à geração de empregos, os números também são bonitos, porem, ouvindo a Radio CBN via @cbnfoz hoje pela manhã recebi a noticia que nos cinco primeiros meses do governo Dilma, 1,2 milhões de empregos com carteira assinada foram gerados no país. Alguém aqui acha mesmo que precisamos da Copa para gerar 3,6 milhões de empregos? Quantos empregos seriam gerados com a construção de 460 mil casas populares, ou com a construção de 95 campus de faculdades?

Definitivamente, o Brasil não precisa de uma Copa do Mundo. Quem precisa de uma Copa é a FIFA, são os políticos corruptos e a população cega que os elege em troca de pão e circo.


NÃO ESQUEÇA DE SER FELIZ!!!


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Que limpeza é essa?

"Olha a pedra, olha a pedra de 5! Pedra de 5!" Eram 20h30 de ontem, quando, na esquina da avenida Rio Branco com a rua dos Gusmões, centro de São Paulo, abriu-se o feirão de crack, vendido aos gritos, como se fosse produto legal. Cerca de 300 usuários da droga arremataram suas pedras.

A quatro quadras dali, do outro lado da avenida Rio Branco, pelo menos 30 carros de polícia com os giroflex vermelhos ligados anunciavam a ocupação do território da cracolândia pelas forças da ordem. Ruas tranquilas, poucas pessoas nas calçadas. Uma cidade normal?




"Você prefere tratar um câncer localizado? Ou com ele espalhado por todo o corpo? É isso o que estamos fazendo: espalhando o câncer."


A frase expressa o desalento de um dos cerca de 70 policiais ontem na operação. "E enquanto a gente está aqui, eles estão logo ali", emendou o parceiro, um soldado da PM, apontando.



Bastava atravessar a avenida, para constatar que o inferno apenas tinha mudado de endereço.


Um homem lutava para se livrar do cerco de três jovens alucinados que tentavam roubá-lo (levaram-lhe guarda-chuva, blusa e celular). Outro usuário trazia debaixo do braço um cinzeiro, desses de portaria de hotel. Um idoso levava um carrinho de supermercado com uma geladeira de isopor, tênis velhos e uma caixa com embalagens cheias de cola branca. Tudo para vender ou trocar pela droga.


Prédios que eram usados por dependentes na cracolândia ficam vazios; bairros vizinhos temem migração


Ontem, terceiro dia do cerco à cracolândia, continuou a estranha dança entre polícia e usuários de crack.


Os homens da Força Tática --armados com fuzis e espingardas de balas de borracha-- tangiam os esquálidos zumbis para fora de seus esconderijos, prédios em ruínas.


Minutos depois de dispersos, os usuários voltavam a se concentrar. Estavam exaustos. O dia todo andando --se sentassem ou deitassem na calçada, já um PM aparecia para tocá-los dali.


Edilaine, 18, apenas um dente na boca, cogitava voltar para a família, no Itaim Paulista, extremo leste da cidade. "A gente não pode fumar, não pode dormir e nem descansar. Está difícil."

Nem as irmãs e os frades da Missão Belém, católica, que atuam na recuperação de dependentes químicos escaparam. À noite, na praça Princesa Isabel, vizinha dali, três grupos de moradores de rua e de usuários de crack estavam sentados no chão, rezando e cantando com os missionários, quando chegou a PM.



"Mãos na cabeça" e todos foram revistados.


Sobre a tática anunciada pela prefeitura, de "dor e sofrimento" para obrigar os usuários de crack a pedir ajuda para sair da dependência, o padre Julio Lancelotti, 63, vigário episcopal para a população de rua, disse: "Isso é tortura. Dor e sofrimento levam ao desespero. Só a alegria e esperança podem provocar a mudança".

Mudança? Pois é, o fato é que essa mudança repentina tem nome, demanda imobiliária, essa tal de cracolância, assola essa região a uns 30 anos no mínimo, e agora depois que muitos moradores venderam suas residências e comerciantes migraram para outras regiões, grandes empreiteiras compraram e garantiram quarteirões inteiros para construção de mega prédios comerciais na região, já que o propósito de fazer com que as pessoas ali viciadas voltem para seus lares ou sejam encaminhadas para clinicas de recuperação é uma grande farça, estes viciados impulsionaram a desvalorização dos imóveis da região, fazendo os proprietários venderem por menos da metade do preço de mercado, isso é tudo uma grande estratégia de negócio, uma jogada de mercado, onde valem mais os cifrões do que as pessoas, é triste, mais nao deixe nunca de lutar por um mundo melhor e de ser feliz!





Pra debaixo do tapete!




Um adolescente de 16 anos confessou à polícia ter matado a tiros o radialista Laécio de Souza, 40, na última terça-feira (3) no município baiano de Simões Filho (22 km de Salvador).


Souza, que apresentava um programa diário na Rádio Sucesso FM de Camaçari, foi assassinado enquanto andava num terreno que havia comprado para realizar ações sociais num bairro carente da cidade.


O adolescente, que havia sido apreendido sob suspeita de envolvimento no caso, disse à polícia nesta quinta que matou Souza por vingança. O radialista, segundo o menor, havia feito uma reportagem sobre um crime que ele havia cometido.


O delegado responsável pelo caso, Antônio Fernando do Carmo, diz não acreditar na versão do adolescente.


A polícia trabalha com a hipótese de o assassinato ter sido encomendado por traficantes incomodados com o trabalho comunitário realizado pelo radialista.


Segundo o delegado, Souza já havia recebido ameaças de traficantes.


Um segundo suspeito de envolvimento no crime ainda é procurado pela polícia. A arma não foi encontrada até o momento.


Em comunicado oficial, a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) lamentou a morte do radialista e pediu que o caso não fique impune.


A AIR (Associação Internacional de Radiodifusão) publicou nota de repúdio ao assassinato, pediu "enérgica reação" da polícia e da Justiça e disse que "a violência do narcotráfico na América Latina ameaça a liberdade de imprensa".



A ONG Repórteres sem Fronteiras expressou solidariedade à família de Souza e pediu que o caso seja rapidamente esclarecido.


Concerteza o adolescente foi só mais um laranja como muitos que existem por ai, atos como esse acontece á todo momento em todo o país, falta humanidade, as pessoas estão perdendo o senso do que é certo, e do que é errado, do que é justo e do que não é! Por isso a descrença no poder público, que vai empurrando tudo com a barriga nesse caso, talvez mais um crime que vai para debaixo do tapete. Pense nisso e não deixe de ser feliz!


FOMOS FEITOS PARA PENSAR



A Nação brasileira tem sido vítima de uma inteligente estratégia de construção de um pensamento hegemônico, batizado de “politicamente correto”. A partir da escola e da mídia, ela invade nossos lares, buscando intimidar-nos e acovardar-nos, rotulando de retrógrados e maçantes todos aqueles que, ao não se permitirem a contaminação, insistem em contrapor-se ao processo.




Trata-se da criação e da difusão de interpretações uniformes e convenientes de idéias e fatos, fazendo com que as pessoas aceitem como corretas apenas as versões apresentadas pelos que têm o cinismo e o poder para disseminá-las. É a massificação do conhecimento, de forma a tornar mais cômodo pensar como querem seus ativistas, porque este passa a ser o “pensamento de todos”.



Contrapor-se a uma mentira convenientemente plantada, procurar e comprovar a verdade, mesmo que ela esteja saltando aos nossos olhos e gritando à nossa consciência, deve tornar-se tarefa cansativa, infrutífera e enfadonha, de forma a inibir quaisquer iniciativas ou manifestações de desagrado ou desacordo, e, ao mesmo tempo, valorizar esfarrapadas, mas “simpáticas”, falsidades em detrimento da “desagradável” realidade.



Fica, assim, mais fácil aderir e render-se à mentira ou à postura recomendada do que impor-se a elas. Passa a ser mais conveniente e socialmente apropriado não ferir a sensibilidade dos mentirosos ou dos hipócritas, porque isto poderá atrair a sanha destruidora dos intelectuais orgânicos, ou seja, dos cretinos encarregados da difusão da versão “politicamente correta”, ou oportunista, dos fatos e das idéias.



Essa estratégia, que aprisiona e inibe sentimentos e manifestações, tem o poder de transformar heróis em bandidos, orgulho em vergonha, triunfo em derrota! Ela tem obrigado à escolha cuidadosa de palavras e meios para descrever a verdade, não por imposição dos bons costumes ou da convivência e da harmonia social, mas para prevenir as retaliações dos encarregados de ridicularizá-la e reprimi-la.



A omissão e o retraimento passaram a ser as atitudes esperadas e, supostamente, recompensadas para os que, mesmo podendo contrapor-se ao discurso e às atitudes do “intelectual coletivo”, com ele convivem em falsa harmonia, “pisando em ovos” para não despertar-lhe a ira.



O próprio Antonio Gramsci, mentor da hegemonia do pensamento, condena esta atitude: “Odeio os indiferentes. Acredito que viver significa tomar partido. [...]. Quem de verdade existe e vive não pode deixar de ser cidadão e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, é covardia!”



É tempo e é preciso, portanto, que os brasileiros de bem e, principalmente, as Instituições Nacionais, constitucionalmente comprometidas com a defesa do Estado e dos fundamentos democráticos, ocupem seus espaços e vençam a indiferença! É preciso reagir, com as armas da liberdade e da verdade, enquanto há tempo, para criar obstáculos à conveniência e à submissão totalitária à uma mentira que nos quer aprisionar a partir das mentes e das consciências, criando instituições e cidadãos abúlicos, parasitas e covardes!

É por estes e outros motivos, que nos tornamos escravos, sucumbindo ao comando de quem manipula em seu próprio favor, com propósito de tomar o poder, manipular, formar mentes preguiçosas, é o objetivo de quem domina, é imprescindivel que a massa cresça e não vire pão de padaria para ser consumido, e sim o fermento para a melhora do país! NÃO ESQUEÇA NUNCA DE SER FELIZ!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Foneless - A Maldição Dos Dj's Ambulantes

Uma crítica muito bem humorada aos ditos Dj's ambulantes que tanto incomodam no dia-a-dia! Vale a pena conferir!

http://www.youtube.com/watch?v=RR8yf8H8V2E

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Mais uma vez...






Deputado indica R$ 8 mi em verbas para onde teve 77 votos

O deputado estadual Gilmaci Santos (PRB) direcionou R$ 8 milhões em emendas ao Orçamento de São Paulo, nos últimos quatro anos, para 33 cidades onde só conseguiu 77 votos nas últimas eleições. Em 18 delas, sequer foi lembrado nas urnas.
Presidente do PRB no Estado, Gilmaci é pastor da Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus) e tem base eleitoral na capital paulista. Foi eleito com 97 mil votos no ano passado R$44 mil na capital.


De acordo com dados da Secretaria de Fazenda, ele apadrinhou a liberação do teto máximo de emendas para cada um dos parlamentares R$ 2 milhões por ano.
No caso de Gilmaci, foram 43 emendas para 33 cidades diferentes, mas nenhuma para a cidade de São Paulo.
O direcionamento desses recursos para locais distantes da base eleitoral, entretanto, contraria a tradição na Assembleia Legislativa. Em geral, os deputados atuam para conseguir verbas para atender ao seu eleitorado.
Nos últimos meses, a Assembleia viveu uma crise gerada pelas afirmações do deputado Roque Barbiere (PTB), segundo quem seus colegas "venderiam" emendas para empreiteiros. Barbiere nunca revelou claramente nomes dos envolvidos no suposto esquema, mas apontou como indício o direcionamento de emendas para cidades onde o deputado não tem votos.
Dos R$ 8 milhões apadrinhados por Gilmaci, R$ 2,5 milhões foram para a Prefeitura de Votuporanga, a 500 km da capital, comandada pelo PSDB. O governo informou que os recursos foram destinados a obras de asfaltamento e canalização.




 Enquanto isso...


Em meio a tantos protestos que o país vem vivendo nos ultimos tempos, até por uso da ferramenta das redes sociais, onde se aglomeram multidões de usuários, cansados, torturados pelo sistema que encarcera a liberdade do pensamento do raciocínio sobre o que a sociedade vem passando, vemos também certo exageros, abusos, até escraxados de gente que realmente não tem o que fazer e ainda pertuba a ordem pública com seus requísitos descabidos, sem importância para a grande maioria, é triste ver que gente jovem, estudadantes da maior universidade da américa latina estão lutanto sem causa, sem méritos, dando tiro no ar, ou no proprio pé, vejo diversos grupos manifestando sem rumo, para o vácuo, é um vázio, será que isso é reflexo do quanto estamos ocos, sem idéias ou ideais? essa é uma pergunta a ser feita, enquanto nos esbarramos sobre idéias fálidas, os espertalhões continuam metendo á mão, usurpando, estuprando o que é publico para beneficios particulares, enquanto discutimos coisas futeis, tudo continua como está, para protestar, manifestar é preciso antes se concentrar no que será reinvidicado, não é so sair por ai gritanto ordem que as coisas vão se colocar no lugar, mais sim cobrando o fato de maneira real, sem badernas, sem coisas mirabolantes, é preciso separar o joio do trigo, saber quem está disposto a mudancas e exercer a liberdade de expressao e excluir aqueles que pensam que tudo é carnaval. Pense nisso e nunca esqueça de ser feliz!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

JULGANDO OS JULGADORES!


Ao menos 35 desembargadores são acusados de cometer crimes e podem ser beneficiados caso o STF (Supremo Tribunal Federal) decida restringir os poderes de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça)

Os desembargadores são juízes responsáveis por analisar os recursos contra sentenças nos tribunais de Justiça. Formam a cúpula do Judiciário nos Estados.
O Judiciário foi palco de uma guerra esta semana após declaração da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, de que o Poder sofre com a presença de "bandidos escondidos atrás da toga".
A corregedora tenta evitar que o Supremo restrinja a capacidade de investigação do CNJ ao julgar uma ação proposta pela AMB (Associação dos Magistrados do Brasil).





 Todos nós sabemos que a sociedade num todo é corrupta, há lixeiros corruptos, donas de casa corruptas, manobristas corruptos, vendedores, pasteleiros, feirantes, jornalistas, artistas, enfim; uma porção de gente de muitas aréas que são corruptas, por que onde impera o jogo de interesses monetários e a ganância, convive tambem a corrupção, já vivemos tempos iguais ou até piores a esses, de que um juiz se meteu em escandâlo, um dos mais recentes é o caso do Nicolau dos Santos Neto, o famoso Lalau, que desviou milhões da obra do forum trabalhista de São Paulo, e está como já se sabia antes mesmo de tudo acontecer, por que esse é o país da pizza, soltinho da silva, cantarolando em sua bela mansão no Morumbi, independênte da função, deve haver sim punição. não deixe de ser feliz!

sábado, 24 de setembro de 2011



Escolas para pessoas especiais em São Paulo podem ser fechadas.




Em virtude da portaria do mec Kassab, quer por fim as escolas para crianças especiais; isso é um grande desacato a obrigação do próprio estado de prover educação gratuita sem distinção alguma. e pelas normas legais o mec não tem poder algum sobre as leis municipais, da qual o prefeito se baseia para fechar as escolas, nesta segunda-feira apartir das 13hs haverá uma multidão de pessoas lutando contra esse abuso na Avenida Paulista, compareça você tambem! 



Conteúdo extraido site do mec.


O Ministério da Educação orienta a organização dos sistemas educacionais inclusivos, que supera a organização de sistemas paralelos de educação especial, investindo na articulação entre a educação regular e a educação especial. Esta concepção educacional se define pela efetivação do direito de todos à educação, tendo como princípio o reconhecimento e a valorização das diferenças humanas e a valorização da diversidade. A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, de 2008, traduz em seus objetivos e diretrizes essa orientação, ou seja, a garantia do acesso à escolarização na sala de aula comum do ensino regular e a oferta do atendimento educacional especializado complementar, aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. O atendimento educacional especializado deve ser organizado em salas de recursos multifuncionais ou centros de atendimento educacional especializado, no contraturno do ensino regular, disponibilizando recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a participação e aprendizagem, considerando as necessidades específicas dos alunos, conforme Decreto n° 6.571, de 17 de setembro de 2008. O Decreto Legislativo nº186, de 9 de julho de 2008 que ratifica com status de emenda constitucional a Convenção da ONU sobre Os Direitos das Pessoas com Deficiência, traz em seu artigo 24 que os estados-parte devem assegurar sistemas educacionais inclusivos em todos os níveis.

sábado, 3 de setembro de 2011

OS METRALHAS


O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), réu do processo do mensalão e ex-deputado cassado em 2005, foi homenageado e recebeu um desagravo na abertura do 4º Congresso do PT.

Ele foi mais aplaudido que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura do encontro, na noite desta sexta-feira (2), em Brasília.


Dilma diz que erros e acertos de Lula também são seus

Planalto pede que ministros evitem carro oficial para ir a congresso do PT

Em discurso, presidente do PT diz que mídia 'tolhe a democracia'


Os militantes que lotam o auditório do evento cantaram, em coro, um mote de antigas campanhas petistas: "Dirceu guerreiro / Do povo brasileiro".


No discurso inaugural, o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique, propôs um ato de desagravo a Dirceu, como a Folha antecipou na quinta-feira (1º).


O sindicalista defendeu uma "moção de repúdio pelo crime cometido por uma famosa revista brasileira contra o companheiro José Dirceu e contra a livre imprensa neste país".


Os petistas protestam contra reportagem da revista "Veja" que, há uma semana, relatou encontros de Dirceu com ministros de Dilma e o acusou de ter conspirado pela queda do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil).



É desse modo que funciona, Dirceu está por traz de grandes escandâlos de corrupção, desvio de verbas públicas, até interferência para derrubada de ministros, é um jogador politico ardiloso, manipulador, e que apresenta-se como um consultor de negócios, de assuntos empresáriais-politicos, mais o que na verdade ele é desfavorece o Brasil de várias formas. por exemplo:
 
A ampliação da liberdade de expressão era mesmo um compromisso de mentira da petralhada. Manipulado pelo camarada Jose Dirceu, o secretário nacional de Comunicação do PT, deputado André Vargas (PR), avisou ontem que a Executiva do partido usará seu IVº Congresso Nacional para propor o debate nacional sobre o marco regulatório da mídia. Os totalitários petralhas voltam a discutir o monstrengo elaborado pelo ex-bolcheviquepropagandaminister Franklin Martins.




A intenção da cúpula petralha de reabrir o debate sobre o marco regulatório da mídia bate de frente com Dilma Rousseff. A Presidenta assumiu seu mandato avisando que não patrocinaria qualquer ação que pudesse ser interpretada como censura aos meios de comunicação. Agora, Dilma é atropelada pela orientação de Dirceu Borboleta aos seus fanáticos seguidores partidários. Foi ele, pessoalmente, quem mandou a proposta de regulação da mídia fosse incluída na resolução do partido.



Como porta-voz das intenções autoritárias de Dirceu, o secretário nacional de Comunicação do PT bateu na imprensa: “A mídia pode criticar quem ela quiser e nós não podemos criticá-la?”. André Vargas também demonstrou que ele e a cúpula petralha obram e andam para Dilma: “O governo pode ter uma posição diferente da do PT, até porque o governo não é composto apenas pelo PT, tem seu tempo, mas esse é um assunto relevante para o país. Temos divergências em relação a outros assuntos como as 40 horas semanais e o fim do fator previdenciário”.

A legalização do jogo no Brasil. Eis a principal intenção oculta por trás da insistência dos petistas, em conluio com parte da base aliada, para botar em votação e aprovar a famigerada Emenda 29 – que obrigaria a União, Estados e municípios a investirem mais na área da saúde. Os recursos viriam da taxação direta sobre a jogatina. Os petralhas têm interesse no negócio pois já têm laranjas prontos para entrarem de sócios dos futuros investidores do jogo legalizado no País.




O nada discreto lobby petralha para a legalização dos “jogos de azar” no Brasil é comandada por um trio de peso: José Genoíno, Antonio Palocci e José Dirceu. O “crupier” desta jogatina política pró-Emenda 29, o deputado federal petista Cândido Vaccarezza, líder do governo na Câmara, explicitou ontem as verdadeira intenções de seu grupo político: “Como deputado, acho que nós temos que ver a legalização dos jogos e usar o dinheiro dos jogos para a saúde”.



Até a Presidenta Dilma Rousseff, em entrevista à rádio Jornal do Comércio, em Pernambuco, entrou no jogo dos lobistas: “Presente de grego eu não quero. Agora, eu quero um presente para a saúde, que é o seguinte: eu quero saber como é que todos os investimentos necessários para garantir que o nosso povo tenha saúde de qualidade, da onde vão sair?”. Mais cedo, Vaccarezza já tinha respondido que a grana viria da legalização do jogo – coisa que o governo prefere não assumir publicamente, para não entrar em conflito com a Igreja Católica, historicamente contra a medida.



Sob o patrocínio oculto do lobby da jogatina, a Emenda 29 tem tudo para ser votada no fim do mês. Trata-se de mais uma ideia completamente soviética – que engessa completamente o orçamento público. A regra imporia gastos anuais obrigatórios para os entes federativos. Para municípios, 15% do orçamento; para estados, 12%; e, para a União, o gasto do ano anterior, corrigido pela inflação mais o crescimento do PIB, a soma de tudo que é produzido pela economia. Atualmente, União, estados e municípios não são obrigados a cumprir um percentual mínimo de gastos com a saúde.



Jogo de cena



O Palácio do Planalto nega que esteja discutindo a criação de um imposto para a saúde.



Mas, para tentar disfarçar que apenas defende a legalização do jogo como forma de financiar a Emenda 29, o deputado Cândido Vaccarezza chegou a especular ontem sobre aumentar a cota da saúde no DPVAT, aumentando ainda mais este imposto.



A ideia também interessa ao esquema de seguradoras que administram os recursos do tal “seguro obrigatório” – pago pelos “propriotários” de veículos para indenizar vítimas em acidentes de trânsito.



Mentirinha soviética



O esquema de propaganda do governo Dilma espalha, na abestada mídia amestrada, a mentirinha de que “reduziu os juros dos empréstimos para microempreendedores” – atualmente na absurda faixa de 40% de pura usura.



A Caixa já estaria liberando empréstimos de até R$ 15 mil, com juros de 8% ao ano, com pagamento em até 24 meses, para quem inicia ou já tem um pequeno negócio.



Para pegar a grana emprestada o trabalhador autônomo ou pequeno empresário não precisa estar formalizado, mas terá de apresentar o famigerado “fiador”.



Além desta exigência descabida, quem pegou a grana será sovieticamente fiscalizado por assessores de crédito contratados pela Caixa, para verificar se o dinheiro é bem ou mal usado.

Bom leitores, não esqueçam nunca de serem felizes!!!


 

                                     AO VISITAR O STAND PROCURE POR:


                                                                 DIELY


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terça-feira, 16 de agosto de 2011

E SE NÃO HOUVESSE OS MILHISTÉRIOS MILIONÁRIOS???


Como sempre, pipocam pela rede e pela midia tradicional o assunto do momento: as falcatruas descobertas em três ministérios (até o presente momento, já que restam ainda mais 36...).




Muito se fala de quadrilhas instaladas em tais instituições, fruto do aparelhamento do Estado feito por partidos políticos, e, na verdade, isso apenas se reforçou de uns anos para cá, os ministérios, se não todos, sempre tiveram variados graus de corrupção nos escalões inferiores. Isso sempre foi de conhecimento popular, embora pouco se podia provar. Hoje, com tantas provas, ninguém é punido.



Mas a pergunta que não é feita é: e se não existissem ministérios? Para responder é preciso primeiro tentar entender a justificativa da existência de tal instituição, que deveria ser de Estado, mas que se mistura com Governo. Um ministério tem por atribuição planejar a redistribuição de atribuições, recursos, modo de gestão, normas e demais providências em atendimento a um respectivo setor. O da Saúde deve tratar de todos os assuntos relacionados ao atendimento de pacientes e hospitais – para isso criou um sistema único, o SUS, que terminou por virar “SUSto” ou pior, pavor mesmo para quem precisa. O dos Transportes, pelas estradas federais em todo o País, assim como os demais modais. O da Educação pelas normas pertinentes, diretrizes, verbas, merenda, livros e demais materiais, enfim, para todo o País também. E assim por diante, faríamos um compêndio longo e cansativo pois são, afinal, 39 ministérios atualmente.



Os ministros devem ser, dentro deste modelo, os despachantes do Presidente da República, atendendo e negociando interesses diversos com os vereadores federais, aliás, deputados, federais e até senadores (sic) em nome de todos os estados, prevalecendo, como é natural, o clientelismo e a barganha. Ou seja, não funciona. O poder e recursos concentrados demais, mesmo que sejam redistribuídos dentro de uma tentativa de um federativo cooperativo, se sobrepõe à ética, à técnica, e a justiça redistributiva, tanto pelas razoes humanas, quanto pela natureza prática.



Em uma Federação genuína inexiste o redistributivismo, pois recursos e atribuições hoje pertencentes aos 39 ministérios são dos estados e muito coisa dos municípios, com algumas exceções, como a Defesa do Território, por exemplo. Neste caso, pouco importa a nomenclatura, se ministério ou secretaria, desde que o modelo de remuneração de seus funcionários mude também. Como seria então?



A abordagem que proponho é um ensaio, uma reflexão fora do fogo cruzado que resultou o atual modelo. Considerando que a maioria absoluta das atribuições de interesse público passam a ser dos estados federados e municípios, subsidiariamente, algumas normas não podem deixar de ser federais, como os pesos e medidas, normas técnicas, propriedade intelectual, seguros, práticas comerciais e bancárias, o que não exige a existência de gordos e mastodônticos ministérios nem ministérios para acomodação de interesses partidários nas negociações de “coalizões”. Bastam secretarias normativas.



Na área de transportes, a correspondente Secretaria ou Departamento Federal faria estudos e planejamento de integração modal de todo o País, mas a execução sempre deverá ficar com cada estado, seja privatizando seu pedaço ou não. Não será mais, desta forma, necessário contratar obras, receber e transmitir verbas, nem ter tanta gente. Com a Secretaria da Saúde, algumas normas nacionais, integração de ações contra endemias e pandemias, proteção sanitária, mas sem invadir competências estaduais. A Secretaria Federal de Educação estabelece e vigia as normas em relação ao idioma, ao conteúdo oficial sobre Geografia e História Nacionais, mas não muito mais do que isso. E assim por diante, com todos os assuntos de real interesse da Federação.



É um ensaio, uma visão do que poderia ser, pois parece melhor pensar assim, ao invés de se consumir com os escândalos, dia após dia, nos ministérios - bolas da vez? - seja por faxina resultante de uma luta intestina pela auto-afirmação da criatura diante do criador, ou até mesmo, já em luta por espaços territoriais, uma luta pelo poder mesmo. Afinal, o que é essencial não pode ser visto em público.



Com esta visão comparativa se poderia concluir que além da percepção de que os ministérios servem apenas para esconder e negociais mistérios, o País estaria melhor sem tais instituições, cujas atribuições seriam muito melhor praticadas pelos estados e municípios, subsidiariamente. Tanto pela diminuição do clientelismo e corrupção, quanto pelo custo pago por todos os brasileiros, sem exceção. Esse tipo de faxina geral seria, portanto, mais eficiente e eficaz. Uma vassoura federalista funciona muito bem como instrumento de tal ação. Quer saber de uma coisa? seja feliz!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O que você faz para cuidar do nosso Planeta?

 
O que você faz para cuidar do nosso Planeta?


Essa é uma pergunta bem pertinente, sabe por quê?

Simples, por que recebemos a oportunidade de morar em um lugar onde já existe tudo de que necessitamos para sobreviver bem, portanto, o que cabe a nós senão somente saber usar e manter. Portanto nada mais justo do que manter esse Planeta em que vivemos.

Então se você já faz algo e prol do mei ambiente, parabéns (mas lembre - se que você ainda pode fazer algo a mais), caso ainda não faça nada, tome uma atitude, veja que não é tão complicado e comece a fazer algo agora!

Veja que com pequenas atitudes diárias e mudanças de hábito você pode contribuir com a proteção do meio ambiente. Todos podemos fazer algo. Veja como:


- Todos sabemos (mas às vezes esquecemos) que podemos economizar água de maneiras simples, como não deixando a torneira ligada ao fazer a barba, lavar o rosto ou escovar os dentes.

- Reutilize a água usada na lavagem de roupas para a limpeza de calçadas, de quintais ou mesmo para lavar seu carro.

- Usar um barbeador elétrico ou lâmina de barbear com lâminas substituíveis, em vez de descartáveis, ajuda muito na redução de resíduos.

- Use toalhas para secar o seu rosto e mãos ao invés de lenços de papel descartáveis. Além disso, pendure suas toalhas para secar, para que possam ser reutilizadas várias vezes.

- Prefira fraldas de pano em lugar das descartáveis, que ficam anos acumuladas em lixões.

- Compre bebidas em garrafas reutilizáveis (de vidro ou alumínio), ao invés de porções únicas em embalagens descartáveis.

- Ao embrulhar o seu lanche, opte por embalagens reutilizáveis para armazenamento dos alimentos, em lugar de folhas de alumínio ou saquinhos de plástico.

- Ao sair de casa, não se esqueça de desligar todas as luzes e aparelhos eletrônicos; desligue também carregadores, pois estes continuam a consumir mesmo se não estiverem mais carregando. Poupar energia ajuda a reduzir a poluição do ar.

- Ao comprar aparelhos eletrodomésticos, verifique nas especificações técnicas se são eficientes no consumo de energia.

- Não vá a lugar nenhum sem a sua sacola de pano, de modo que você possa simplesmente dizer "não" ao plástico sempre que for fazer compras.

- Por mais radical que pareça, a forma mais fácil de reduzir suas emissões de carbono é minimizar o uso de automóveis. Ao invés de dirigir, tente andar de bicicleta, caminhar, pegar carona, usar transportes públicos etc.

- Se você não tem outra opção senão dirigir para o trabalho, procure por carros de maior eficiência de combustível e mantenha os pneus regulados na pressão correta para reduzir o consumo do seu carro.

- Agora, se você está entre a maioria dos motoristas que passam horas presos no trânsito, considere desligar o motor se for ficar parado por um período longo.

- Para os apressadinhos, lembre-se que dirigir agressivamente aumenta o consumo de combustível e as emissões de gases de efeito estufa. Por isso, se você quiser contribuir com o meio ambiente, acelere gradualmente e tente manter uma velocidade constante.

- Você tem o hábito de beber café? Usar uma caneca lavável é uma alternativa ecológica aos copos plásticos ou de isopor não-biodegradáveis.

- Deixe um copo de vidro e uma garrafa reutilizável no local de trabalho para diminuir a quantidade de copos plásticos ou de garrafinhas de água. 80% de garrafas de plástico são recicláveis, mas apenas 20% são efetivamente recicladas.

- Quando precisar de folhas para rascunho, use o verso daqueles documentos antigos que você não precisará mais.

- Se não existir um sistema de reciclagem no escritório, inicie um! Reciclagem de lixo contribui efetivamente para a redução de emissões de carbono. E estima-se que 75% do que é jogado no lixo pode ser reciclado, embora atualmente a reciclagem seja de apenas 25%.

- Quando for imprimir, imprima frente e verso.
- A maioria dos acessórios de computadores como cartuchos de tinta, CDs e DVDs são feitos de materiais que poderiam ser reutilizados. Os cabos e alto-falantes são bastante padronizados, o que significa que eles podem ser reutilizados em vários modelos de computadores.

- Reduza as emissões de carbono do seu escritório, configurando computadores, monitores, impressoras, copiadoras, alto-falantes e outros equipamentos no seu modo econômico e desligando-os ao final do dia.

- Desligue todas as luzes desnecessárias, especialmente nos escritórios e salas de conferência, banheiros e áreas que não estão sendo utilizadas.

- Se você está em busca de algo para personalizar o seu escritório, escolha plantas de interior. Essas plantas são boas para o ambiente, pois removem poluentes presentes no ar.

- Nos dias de calor, experimente abrir as janelas e usar roupas leves ao invés de ligar o ar-condicionado.

- Não coloque lâmpadas ou televisores perto do seu ar-condicionado, uma vez que este irá identificar o calor proveniente desses aparelhos e, por isso, trabalhará mais tempo que necessário.

- Quando cozinhar, faça com que o tamanho da panela corresponda ao tamanho da boca do fogão, assim reduzirá o gasto energético.

- Doe o que não quiser ou não precisar mais, ao invés de jogar fora.

- Recicle, Reduza e Reutilize.

- E plante uma árvore!


Alguma coisa dessa lista dá pra você fazer hein! Pense nisso!


Grande Abraço!


David

Twtter: @Davidfg144

sábado, 23 de julho de 2011

SAÚDE!!!???



E continuamos com fortes motivos para nos indignar com a Política Brasileira!

Vamos a alguns exemplos na área da saúde:

Medicamentos do SUS comercializados em farmácias particulares:


Uma farmácia em Salto do Itararé, no Norte Pioneiro interior do Paraná, foi interditada pela Vigilância Sanitária do município no último sábado (9), seguindo a determinação da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) para agir nas farmácias que vendem medicamentos distribuídos pelo SUS.

E eu me pergunto: Será que isso só acontece nos interiores da vida?

Greve dos servidores da Saúde no DF é encerrada.

A greve durou 15 dias, os motivos e reivindicações eram totalmente JUSTAS!

E mais uma vez perguntamos: Se isso ocorre no Distrito Federal, o que esperar da Saúde no restante do Brasil? Se os Políticos não valorizam os servidores da Saúde do DF, imaginem nos rincões do nosso país?

Aprimoramento do SUS é "debatido" na 9ª Conferência de Saúde.

Detalhe: Ocorreu a Conferência e tivemos o tal debate. E o que foi criado, decidido, movimentado, feito etc. etc.?
Precisa de resposta???

A coisa anda tão feia que a própria OMS (Organização Mundial de Saúde) nos apresenta a seguinte conclusão:

OMS diz ser mais seguro viajar de avião a receber atendimento médico.

Sem comentários...

E pra encerrar tem uma daquelas notícias que nos faz sentir inveja da coragem do amigo iraquiano Muntadhar al-Zeidi, aquele que atirou um sapato no ex – presidente dos EUA, o senhor George W. Bush:

Classe média terá cota em hospitais públicos!?

Decreto assinado pelo governador Geraldo Alckmin garante 25% das vagas de hospitais públicos para planos de saúde.

E eu volto a questionar: Por que motivo dar esse benefício à Classe Média sendo que a saúde pública mal dá conta da demanda atual? Atende mal e com recursos limitadíssimos seu público atual. Como fará com um público maior?

E o pior: Vai tirar de quem não tem outro lugar pra buscar ajuda!

Mas hoje em dia o principal a fazer é buscar respostas para a questão que não pode calar para o Ser Humano em si:

Estamos fazendo o melhor ou o HOMEM (Ser Humano) é isso mesmo? Ainda há esperança de termos no futuro Seres Humanos melhores? Pessoas que lutem internamente contra suas imperfeições para melhorar a cada dia, e assim proporcionem um MUNDO melhor “amanhã”?


Pensemos nisso!

Abraços,

David
Twitter @Davidfg144
Msn: davidfg144@hotmail.com

terça-feira, 12 de julho de 2011

Crise na europa eleva casos de suicidio.


Um levantamento realizado por especialistas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha aponta que houve um aumento no índice de suicídios em países da Europa no período da crise financeira mundial.

A pesquisa, divulgada na publicação científica The Lancet, foi realizada em dez países e observou aumentos que variaram de 5% a 17% de 2007 a 2009 entre pessoas com menos de 65 anos.
Os aumentos mais acentuados foram registrados em dois dos países mais castigados pela crise - a Grécia, onde o índice de suicídios cresceu 17%, e a Irlanda, onde o aumento foi de 13%. O aumento marca uma reversão da tendência de declínio que vinha sendo registrada no índice de suicídios no continente europeu desde 2007.


Redes de apoio
Os pesquisadores se valeram de dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) de um total de dez países. Entre eles, seis que passaram a integrar a União Europeia antes de 2004 - Áustria, Grã-Bretanha, Finlândia, Grécia, Irlanda e Holanda - e de outros quatro - República Checa, Hungria, Lituânia e Romênia - que passaram a integrar o bloco mais tarde.
A equipe de pesquisadores afirma que, a fim de combater a tendência, é necessário que países invistam em programas de bem-estar social, se esforcem para ampliar oportunidades de trabalho e criem redes de apoio social.

"Estas descobertas revelam a rapidez das consequências das crises financeiras", disse no artigo da The Lancet David Stuckler, um dos pesquisadores.
De acordo com o pesquisador, ''na União Europeia pré-2004, observamos que taxas de suicídio cresceram durante e antes de períodos de insegurança econômica e em que o desemprego cresceu. Isso também é consistente com estudos históricos que mostram um aumento de suicídios associados a 'indicadores iniciais' de crise, como a turbulência no setor bancário''.

Não é de hoje que a sociedade se desespera a ponto de tirar a própria vida ao invés de tentar passar pelas crises que são diversas. A cultura do capital pelo capital tira toda a importância da vida e tudo o que ela pode proporcionar alem dos recursos adivindos do dinheiro. o ser humano está tão apegado a valores sem valor nenhum que troca o certo pelo errado sem perceber. Crises são importantes pois elas dão o tempero e o equilibrio para que uma nação se estabilize e firme bases para poder crescer de novo.

E para isso um país precisa de seus filhos para o trabalho, se todos por mero medo do que pode acontecer desistirem, o que será do amanhã? Como afirma o Diretor presidente da Legião da Boa Vontade " O suicidio não resolve as angustias de ninguem" acabar com a vida assim pensando se livrar dos problemas é ter uma gama de outros multiplicados. A vida é um dom de Deus, quem tem a vida tem todas as oportunidades para enfrentar e solucionar problemas, deixar de viver é um ato de covardia. pense nisso e seja feliz!

Siga-me os bons, twitter: @Giliotti

Tem uma vaguinha ai???

Estaríamos inebriados com tantos sucessos. É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma vaguinha para você. É a gloria, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?

Os idiotas abrem as portas para nós atravancarmos e atravancamos. Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a fajuta oposição e obnubilam a visão dos mais críticos.

O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas aquinhoada com recursos governamentais, mais adestrado, mais agressivo, conforme os planos.

Reforçamos as dicotomias sociais e recrudescemos as diferenças. Negros, índios, quilombolas, pervertidos sexuais, estudantes, beneficiados com bolsas, maconheiros e bandidos presos ou ainda livres nos adoram.

Pagamos auxilio - reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os defensores dos direitos humanos entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do tudo pelo social.

Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço, acuamos a milicada.

Desarmamos todos os homens honestos. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.

Somos batutas em criar Seminários, Debates e Referendos, que inundamos de cumpanheiros que sufocam os contrários.

Metemos a mão em tudo, como nada fazem, vamos em frente.

Apadrinhamos o trem – bala contra tudo e contra todos. Soltamos o Batistti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como família a juntada de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de como e de quanto podemos. Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicadas. Para os trouxas um tremendo sinal de que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes.

Sublimamos o politicamente correto. Mas, matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo... chamamos de afro - descendentes negros retintos, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas bichonas e, carinhosamente, de aloprados a um bando de malfeitores.

Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminação do produto, é o voto certo da galera.

Na educação o lema é deseducando que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de idéias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, colher cana em Cuba.

Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnorteados serão uma presa fácil para cooptação.

Nas artes, viva a sodomia, pois quanto mais promiscuidade melhor.

Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade pobre é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos do que a inflação. Patrocinamos com polpudos aportes as ONGs co - irmãs.

O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE.

Banalizamos a pratica da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a viúva é quem perde, e ninguém reclama.

Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações (viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce, o BNDES é o nosso caixa dois, elegemos a poste de alta tensão, a Petrobras é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém.

Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrasos e demais óbices da Nação, por isso, por sua incúria, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só cobrar que a sociedade culpada, paga sem chiar.

Assim, em menos de uma década subvertemos as mente e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga.

Em cada rincão, temos massas de manobra para com violência sublinhar nossas posições. A Idelli de leão de chácara foi travestida em Miss Simpatia. Mas é disso que o povo gosta. não é? espero que não!

 Querem mais? não esqueça de ser feliz!

Siga-me os bons, twitter: @Giliotti

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Verbiando...



É velha conhecida dos linguistas a regra da quarta proporcional. Assim: se a criança sabe que o futuro do verbo comer é "comerei", ao conjugar o futuro de trazer, ela pode dizer "trazerei". Esta é a quarta proporcional, um fato lógico, enquanto "trarei" é um fato de língua, que se adquire com a experiência progressiva do idioma.

A regra pode ser aplicada a situações sociais mais complexas: Se alguém ofende judeus e é socialmente classificado como racista ou antissemita, parece lógico que ofensas dirigidas aos negros tipifiquem o racismo. Aliás, o antissemitismo, como bem mostra o antropólogo Louis Dumont em Homo Aequalis, é a forma princeps do racismo no Ocidente.

Trata-se de um tipo simples de raciocínio que pode servir para dirimir certas dúvidas quanto às ambigüidades da discriminação. Não comparece aqui nenhum vezo acadêmico, mas um exercício de observação de imprensa, considerando-se as repercussões do episódio "Monteiro Lobato/bloco carnavalesco "Que merda é essa?" sob o pano de fundo do incidente em Paris com John Galliano, estilista da Casa Dior (ver, neste Observatório, "Monteiro Lobato vai para o trono?" e "Monteiro Lobato não precisa de buzinadas").

Eugenia rediviva

Todo mundo está a par, mas vale um pequeno resumo. De cara cheia do que não se sabe, o estilista que veste (agora, vestia...) celebridades insultou judeus em pleno Marais (bairro parisiense com uma presença numerosa de comércio e moradores judeus), além de proclamar o seu amor por Hitler. As conseqüências foram imediatas: Galliano não só foi demitido da Dior como as roupas que ele assinara para as atrizes da festa do Oscar deixaram de ser usadas. "Ele me enoja" foi a frase-síntese da atriz Natalie Portman para o episódio.

Agora apliquemos a regra da quarta proporcional a um caso fictício em que um estilista da língua, um bom escritor se refira ao povo de Israel nos mesmos termos em que Monteiro Lobato se referia aos negros, por exemplo, nos textos transcritos pelo jornalista Arnaldo Bloch na página "Logo" de O Globo (2/3/2011). Pergunte-se: o que aconteceria? Haveria escritor, editor ou colunista atestando que não havia racismo nenhum, que os tempos eram outros, que é ridículo buscar cabelo em ovo, que a consciência infantil jamais seria afetada pelas imagens de rebaixamento e que, no fundo, imaginação literária não é imagem em ação?

Temos certeza de que não haveria. Por quê? Pelo simples fato de que a comunidade judaica aprendeu a repelir a infâmia do racismo. Primeiro, ela sempre soube, por sua milenar tradição intelectual, da importância de se ter autoridade semântica sobre si mesmo; segundo, por meio do sofrimento infligido à consciência pela disseminação, realmente virótica, dos estereótipos negativos. O humor judaico conhece a diferença entre as auto-ironias e o discurso da infâmia.

Ora, dirão, os tempos eram outros, até mesmo da pena esclarecida de um Sérgio Buarque de Hollanda partiu em certo momento (1920) um juízo negativo sobre a mestiçagem. Muito antes disso, entretanto, intelectuais brasileiros como Joaquim Nabuco e Rui Barbosa entenderam perfeitamente o papel desempenhado pelos africanos e seus descendentes na formação do povo nacional. Aliás, todos os próceres abolicionistas, claros ou escuros – Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, José do Patrocínio, Luiz Gama e outros – eram atravessados por uma espécie de "espírito" educacional, que não podia comportar juízos "lobatianos" sobre a condição negra.

O abolicionismo era em si mesmo um movimento educacional no sentido amplo da palavra, porque se tratava de preparar as elites dirigentes para o ingresso da nação brasileira no século 20 sob o signo de uma modernidade (de inspiração liberal e européia) incompatível com a escravatura e já muito atrasada frente à conjuntura internacional. Os intelectuais abolicionistas eram educadores coletivos, porque representavam aquilo que Nietzsche chamaria de "autoridade imperiosa em matéria de cultura" (a exemplo de Goethe, Hegel ou Schopenhauer na Alemanha). Por isso, podiam ser implicitamente reconhecidos como "instrutores públicos" ou indicadores da necessidade histórica de se mudar toda uma estrutura anacrônica.

Por outro lado, havia a eugenia, nome da pseudociência surgida em fins do século 19, com o fim de "melhorar" geneticamente a espécie humana, assim como se pode experimentar com animais. Era um anacronismo que arrefeceu nos EUA por volta dos anos 1930, transferindo-se para a Alemanha nazista, onde fez carreira. Além de anacrônico, era um pensamento violento, porque não disfarçava o desejo de morte do Outro considerado geneticamente inaceitável e, por derivação, culturalmente rebaixado pela consciência investida do pior do universalismo europeu. Mesmo deixando de lado o nome próprio, às vezes falando em nome da genética, a eugenia persistiu ao longo do século em escritos de antropólogos, sociólogos, ficcionistas, jornalistas e, pior de tudo, nas falas de professores que os recitavam para platéias em formação.

Recado entendido

Monteiro Lobato está agora em foco precisamente porque era um militante do movimento eugenista, com coragem para dizer o que pensava e sentia. "A escrita é um processo indireto de fazer eugenia", repetia ele, como que deixando aberto o convite, para além do que explicitava em suas cartas, a que se pesquisasse o conteúdo subliminar eugenista em seus textos. Era, reiteramos, racista confesso, sem meias falas. Ignorância é o encobrimento desse dado histórico.

Por que se encobre? Podem ser muitas as respostas, mas simplifiquemos um pouco com a hipótese da existência nas elites brasileiras de um "princípio do avestruz", essa ave que, segundo a mitologia popular, enterra a cabeça na areia para não ver aquilo que teme. Na prática, o struthio camelus é bicho de visão e audição aguçadas, capaz de formidáveis patadas, se ameaçado. Mas o mito lhe atribui esse estranho comportamento, que costuma repercutir na vida real. A mídia, por exemplo, que é intelectual coletivo das classes dirigentes, caixa de ressonância dos fantasmas elitistas, sabe bem a hora de meter a cara no buraco.

Não é um princípio que se aplique a todas as situações espinhosas. Se um economista apresenta a realidade da discriminação em números e com a terminologia de praxe, as pessoas são capazes de assentir com a cabeça, a imprensa escrita é capaz de publicar com destaque a apresentação. A coisa toda pode até incomodar um pouco, mas o economês é discurso de poder, logo, tem vias de trânsito, ainda que levante contradições.

O problema aparece de fato quando o discurso antidiscriminatório tem conotações políticas com rebatimento sobre o plano das relações interpessoais. Aí o bicho pega e comparece o princípio do avestruz: ver o real é assustador. Como "ver" que aquele escritor com que nos embalaram desde a infância e cuja obra resultou naquela série de televisão tão afetuosa e tão vendida no exterior era pior do que o estilista John Galliano, já que não precisava sequer encher a cara ou o nariz para dizer o que pensava? Sobre a mídia ou sobre o cotidiano de cada cidadão, paira o princípio do avestruz como uma espécie de garantia para que não se veja a ignorância própria ou não se veja o tamanho da própria coragem existencial, certamente ínfimo diante da coragem de Lobato que, como frisamos, assinava embaixo da infâmia.

Não se trata, portanto, de censura nem de aplicação do "politicamente correto". Trata-se, sim, de dar nome aos bois, de encarar o real e aprender coletivamente a lidar com os paradoxos, as contradições e as ambigüidades de que também é feito o nosso meio vital, esse "mundo da vida" de que tanto fala o ilustre alemão Jürgen Habermas. Monteiro Lobato e sua literatura fazem parte do mundo da vida nacional.

Mas o Estado-Nação brasileiro ainda não está concluso: deve-se, mais do que nunca, continuar a ler Lobato, apenas, quem sabe, com o cotejo de predecessores como Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, José do Patrocínio ou de autores contemporâneos com uma visão mais generosa da espécie humana. Enfim, é preciso recuperar um pouco do espírito de instrução pública que bafejou o Brasil nas lides abolicionistas e republicanas. A mídia – será apenas a televisão? – tem-nos feito esquecer a brasilidade oitocentista, que presidiu ao nascimento da Nação independente, soterrando-nos com lixo cultural reciclado.

Não procede a afirmação de que esse tipo de revisão é coisa de acadêmico. Academicamente, já fui orientador de tese de doutoramento sobre a literatura de Lobato, sem que se levantasse o tópico do racismo. Não eram majoritariamente acadêmicos aqueles que se incomodaram com a camiseta do bloco carnavalesco em que Lobato sambava com uma negra. Pareceu-me gente que entendia do recado: ele poderia dançar fox-trot, jamais sambar, muito menos com uma negra ou mulata.

Mais embaixo

Aqueles que se manifestaram na rua eram membros dessa coorte crescente de cidadãos cada vez mais inspirados pelas lições anti-racistas da comunidade judaica. A "pretalhada" (termo lobatiano) é mesmo "inextinguível" (termo lobatiano) e está em luta pela representação social. Para quem quiser ampliar até a substância a metáfora do avestruz, vale tomar nota de que a carne dessa ave já não é rara em supermercado: enterrou a cabeça, dançou. Ao jornalista-avestruz, congelado na restituição "afetuosa" do passado, vale a advertência cantada por Zeca Pagodinho: "Camarão que dorme a onda leva".

Por isso tudo foi muito interessante a página "Logo" de O Globo. Transcrevendo trechos inequívocos de textos de Lobato em caixa alta, o jornalista Arnaldo Bloch, jovem e esclarecido membro da comunidade judaica do Rio de Janeiro, deu um recado implícito aos profissionais da leviandade: o buraco é mais embaixo. É assim mesmo que se deve entender o tom do recado. Arnaldo, se bem me lembro, foi da turma do saudoso Bussunda na ECO (UFRJ), na época em que dirigi a escola. Saudoso, sim, pois Bussunda, membro daquela mesma comunidade do Arnaldo, era um iconoclasta que contornava saudavelmente a hipocrisia do "politicamente correto".

Saudavelmente? Sim, na contracorrente do princípio do avestruz e longe, muito longe, da infâmia raivosa.