terça-feira, 16 de agosto de 2011

E SE NÃO HOUVESSE OS MILHISTÉRIOS MILIONÁRIOS???


Como sempre, pipocam pela rede e pela midia tradicional o assunto do momento: as falcatruas descobertas em três ministérios (até o presente momento, já que restam ainda mais 36...).




Muito se fala de quadrilhas instaladas em tais instituições, fruto do aparelhamento do Estado feito por partidos políticos, e, na verdade, isso apenas se reforçou de uns anos para cá, os ministérios, se não todos, sempre tiveram variados graus de corrupção nos escalões inferiores. Isso sempre foi de conhecimento popular, embora pouco se podia provar. Hoje, com tantas provas, ninguém é punido.



Mas a pergunta que não é feita é: e se não existissem ministérios? Para responder é preciso primeiro tentar entender a justificativa da existência de tal instituição, que deveria ser de Estado, mas que se mistura com Governo. Um ministério tem por atribuição planejar a redistribuição de atribuições, recursos, modo de gestão, normas e demais providências em atendimento a um respectivo setor. O da Saúde deve tratar de todos os assuntos relacionados ao atendimento de pacientes e hospitais – para isso criou um sistema único, o SUS, que terminou por virar “SUSto” ou pior, pavor mesmo para quem precisa. O dos Transportes, pelas estradas federais em todo o País, assim como os demais modais. O da Educação pelas normas pertinentes, diretrizes, verbas, merenda, livros e demais materiais, enfim, para todo o País também. E assim por diante, faríamos um compêndio longo e cansativo pois são, afinal, 39 ministérios atualmente.



Os ministros devem ser, dentro deste modelo, os despachantes do Presidente da República, atendendo e negociando interesses diversos com os vereadores federais, aliás, deputados, federais e até senadores (sic) em nome de todos os estados, prevalecendo, como é natural, o clientelismo e a barganha. Ou seja, não funciona. O poder e recursos concentrados demais, mesmo que sejam redistribuídos dentro de uma tentativa de um federativo cooperativo, se sobrepõe à ética, à técnica, e a justiça redistributiva, tanto pelas razoes humanas, quanto pela natureza prática.



Em uma Federação genuína inexiste o redistributivismo, pois recursos e atribuições hoje pertencentes aos 39 ministérios são dos estados e muito coisa dos municípios, com algumas exceções, como a Defesa do Território, por exemplo. Neste caso, pouco importa a nomenclatura, se ministério ou secretaria, desde que o modelo de remuneração de seus funcionários mude também. Como seria então?



A abordagem que proponho é um ensaio, uma reflexão fora do fogo cruzado que resultou o atual modelo. Considerando que a maioria absoluta das atribuições de interesse público passam a ser dos estados federados e municípios, subsidiariamente, algumas normas não podem deixar de ser federais, como os pesos e medidas, normas técnicas, propriedade intelectual, seguros, práticas comerciais e bancárias, o que não exige a existência de gordos e mastodônticos ministérios nem ministérios para acomodação de interesses partidários nas negociações de “coalizões”. Bastam secretarias normativas.



Na área de transportes, a correspondente Secretaria ou Departamento Federal faria estudos e planejamento de integração modal de todo o País, mas a execução sempre deverá ficar com cada estado, seja privatizando seu pedaço ou não. Não será mais, desta forma, necessário contratar obras, receber e transmitir verbas, nem ter tanta gente. Com a Secretaria da Saúde, algumas normas nacionais, integração de ações contra endemias e pandemias, proteção sanitária, mas sem invadir competências estaduais. A Secretaria Federal de Educação estabelece e vigia as normas em relação ao idioma, ao conteúdo oficial sobre Geografia e História Nacionais, mas não muito mais do que isso. E assim por diante, com todos os assuntos de real interesse da Federação.



É um ensaio, uma visão do que poderia ser, pois parece melhor pensar assim, ao invés de se consumir com os escândalos, dia após dia, nos ministérios - bolas da vez? - seja por faxina resultante de uma luta intestina pela auto-afirmação da criatura diante do criador, ou até mesmo, já em luta por espaços territoriais, uma luta pelo poder mesmo. Afinal, o que é essencial não pode ser visto em público.



Com esta visão comparativa se poderia concluir que além da percepção de que os ministérios servem apenas para esconder e negociais mistérios, o País estaria melhor sem tais instituições, cujas atribuições seriam muito melhor praticadas pelos estados e municípios, subsidiariamente. Tanto pela diminuição do clientelismo e corrupção, quanto pelo custo pago por todos os brasileiros, sem exceção. Esse tipo de faxina geral seria, portanto, mais eficiente e eficaz. Uma vassoura federalista funciona muito bem como instrumento de tal ação. Quer saber de uma coisa? seja feliz!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O que você faz para cuidar do nosso Planeta?

 
O que você faz para cuidar do nosso Planeta?


Essa é uma pergunta bem pertinente, sabe por quê?

Simples, por que recebemos a oportunidade de morar em um lugar onde já existe tudo de que necessitamos para sobreviver bem, portanto, o que cabe a nós senão somente saber usar e manter. Portanto nada mais justo do que manter esse Planeta em que vivemos.

Então se você já faz algo e prol do mei ambiente, parabéns (mas lembre - se que você ainda pode fazer algo a mais), caso ainda não faça nada, tome uma atitude, veja que não é tão complicado e comece a fazer algo agora!

Veja que com pequenas atitudes diárias e mudanças de hábito você pode contribuir com a proteção do meio ambiente. Todos podemos fazer algo. Veja como:


- Todos sabemos (mas às vezes esquecemos) que podemos economizar água de maneiras simples, como não deixando a torneira ligada ao fazer a barba, lavar o rosto ou escovar os dentes.

- Reutilize a água usada na lavagem de roupas para a limpeza de calçadas, de quintais ou mesmo para lavar seu carro.

- Usar um barbeador elétrico ou lâmina de barbear com lâminas substituíveis, em vez de descartáveis, ajuda muito na redução de resíduos.

- Use toalhas para secar o seu rosto e mãos ao invés de lenços de papel descartáveis. Além disso, pendure suas toalhas para secar, para que possam ser reutilizadas várias vezes.

- Prefira fraldas de pano em lugar das descartáveis, que ficam anos acumuladas em lixões.

- Compre bebidas em garrafas reutilizáveis (de vidro ou alumínio), ao invés de porções únicas em embalagens descartáveis.

- Ao embrulhar o seu lanche, opte por embalagens reutilizáveis para armazenamento dos alimentos, em lugar de folhas de alumínio ou saquinhos de plástico.

- Ao sair de casa, não se esqueça de desligar todas as luzes e aparelhos eletrônicos; desligue também carregadores, pois estes continuam a consumir mesmo se não estiverem mais carregando. Poupar energia ajuda a reduzir a poluição do ar.

- Ao comprar aparelhos eletrodomésticos, verifique nas especificações técnicas se são eficientes no consumo de energia.

- Não vá a lugar nenhum sem a sua sacola de pano, de modo que você possa simplesmente dizer "não" ao plástico sempre que for fazer compras.

- Por mais radical que pareça, a forma mais fácil de reduzir suas emissões de carbono é minimizar o uso de automóveis. Ao invés de dirigir, tente andar de bicicleta, caminhar, pegar carona, usar transportes públicos etc.

- Se você não tem outra opção senão dirigir para o trabalho, procure por carros de maior eficiência de combustível e mantenha os pneus regulados na pressão correta para reduzir o consumo do seu carro.

- Agora, se você está entre a maioria dos motoristas que passam horas presos no trânsito, considere desligar o motor se for ficar parado por um período longo.

- Para os apressadinhos, lembre-se que dirigir agressivamente aumenta o consumo de combustível e as emissões de gases de efeito estufa. Por isso, se você quiser contribuir com o meio ambiente, acelere gradualmente e tente manter uma velocidade constante.

- Você tem o hábito de beber café? Usar uma caneca lavável é uma alternativa ecológica aos copos plásticos ou de isopor não-biodegradáveis.

- Deixe um copo de vidro e uma garrafa reutilizável no local de trabalho para diminuir a quantidade de copos plásticos ou de garrafinhas de água. 80% de garrafas de plástico são recicláveis, mas apenas 20% são efetivamente recicladas.

- Quando precisar de folhas para rascunho, use o verso daqueles documentos antigos que você não precisará mais.

- Se não existir um sistema de reciclagem no escritório, inicie um! Reciclagem de lixo contribui efetivamente para a redução de emissões de carbono. E estima-se que 75% do que é jogado no lixo pode ser reciclado, embora atualmente a reciclagem seja de apenas 25%.

- Quando for imprimir, imprima frente e verso.
- A maioria dos acessórios de computadores como cartuchos de tinta, CDs e DVDs são feitos de materiais que poderiam ser reutilizados. Os cabos e alto-falantes são bastante padronizados, o que significa que eles podem ser reutilizados em vários modelos de computadores.

- Reduza as emissões de carbono do seu escritório, configurando computadores, monitores, impressoras, copiadoras, alto-falantes e outros equipamentos no seu modo econômico e desligando-os ao final do dia.

- Desligue todas as luzes desnecessárias, especialmente nos escritórios e salas de conferência, banheiros e áreas que não estão sendo utilizadas.

- Se você está em busca de algo para personalizar o seu escritório, escolha plantas de interior. Essas plantas são boas para o ambiente, pois removem poluentes presentes no ar.

- Nos dias de calor, experimente abrir as janelas e usar roupas leves ao invés de ligar o ar-condicionado.

- Não coloque lâmpadas ou televisores perto do seu ar-condicionado, uma vez que este irá identificar o calor proveniente desses aparelhos e, por isso, trabalhará mais tempo que necessário.

- Quando cozinhar, faça com que o tamanho da panela corresponda ao tamanho da boca do fogão, assim reduzirá o gasto energético.

- Doe o que não quiser ou não precisar mais, ao invés de jogar fora.

- Recicle, Reduza e Reutilize.

- E plante uma árvore!


Alguma coisa dessa lista dá pra você fazer hein! Pense nisso!


Grande Abraço!


David

Twtter: @Davidfg144

sábado, 23 de julho de 2011

SAÚDE!!!???



E continuamos com fortes motivos para nos indignar com a Política Brasileira!

Vamos a alguns exemplos na área da saúde:

Medicamentos do SUS comercializados em farmácias particulares:


Uma farmácia em Salto do Itararé, no Norte Pioneiro interior do Paraná, foi interditada pela Vigilância Sanitária do município no último sábado (9), seguindo a determinação da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) para agir nas farmácias que vendem medicamentos distribuídos pelo SUS.

E eu me pergunto: Será que isso só acontece nos interiores da vida?

Greve dos servidores da Saúde no DF é encerrada.

A greve durou 15 dias, os motivos e reivindicações eram totalmente JUSTAS!

E mais uma vez perguntamos: Se isso ocorre no Distrito Federal, o que esperar da Saúde no restante do Brasil? Se os Políticos não valorizam os servidores da Saúde do DF, imaginem nos rincões do nosso país?

Aprimoramento do SUS é "debatido" na 9ª Conferência de Saúde.

Detalhe: Ocorreu a Conferência e tivemos o tal debate. E o que foi criado, decidido, movimentado, feito etc. etc.?
Precisa de resposta???

A coisa anda tão feia que a própria OMS (Organização Mundial de Saúde) nos apresenta a seguinte conclusão:

OMS diz ser mais seguro viajar de avião a receber atendimento médico.

Sem comentários...

E pra encerrar tem uma daquelas notícias que nos faz sentir inveja da coragem do amigo iraquiano Muntadhar al-Zeidi, aquele que atirou um sapato no ex – presidente dos EUA, o senhor George W. Bush:

Classe média terá cota em hospitais públicos!?

Decreto assinado pelo governador Geraldo Alckmin garante 25% das vagas de hospitais públicos para planos de saúde.

E eu volto a questionar: Por que motivo dar esse benefício à Classe Média sendo que a saúde pública mal dá conta da demanda atual? Atende mal e com recursos limitadíssimos seu público atual. Como fará com um público maior?

E o pior: Vai tirar de quem não tem outro lugar pra buscar ajuda!

Mas hoje em dia o principal a fazer é buscar respostas para a questão que não pode calar para o Ser Humano em si:

Estamos fazendo o melhor ou o HOMEM (Ser Humano) é isso mesmo? Ainda há esperança de termos no futuro Seres Humanos melhores? Pessoas que lutem internamente contra suas imperfeições para melhorar a cada dia, e assim proporcionem um MUNDO melhor “amanhã”?


Pensemos nisso!

Abraços,

David
Twitter @Davidfg144
Msn: davidfg144@hotmail.com

terça-feira, 12 de julho de 2011

Crise na europa eleva casos de suicidio.


Um levantamento realizado por especialistas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha aponta que houve um aumento no índice de suicídios em países da Europa no período da crise financeira mundial.

A pesquisa, divulgada na publicação científica The Lancet, foi realizada em dez países e observou aumentos que variaram de 5% a 17% de 2007 a 2009 entre pessoas com menos de 65 anos.
Os aumentos mais acentuados foram registrados em dois dos países mais castigados pela crise - a Grécia, onde o índice de suicídios cresceu 17%, e a Irlanda, onde o aumento foi de 13%. O aumento marca uma reversão da tendência de declínio que vinha sendo registrada no índice de suicídios no continente europeu desde 2007.


Redes de apoio
Os pesquisadores se valeram de dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) de um total de dez países. Entre eles, seis que passaram a integrar a União Europeia antes de 2004 - Áustria, Grã-Bretanha, Finlândia, Grécia, Irlanda e Holanda - e de outros quatro - República Checa, Hungria, Lituânia e Romênia - que passaram a integrar o bloco mais tarde.
A equipe de pesquisadores afirma que, a fim de combater a tendência, é necessário que países invistam em programas de bem-estar social, se esforcem para ampliar oportunidades de trabalho e criem redes de apoio social.

"Estas descobertas revelam a rapidez das consequências das crises financeiras", disse no artigo da The Lancet David Stuckler, um dos pesquisadores.
De acordo com o pesquisador, ''na União Europeia pré-2004, observamos que taxas de suicídio cresceram durante e antes de períodos de insegurança econômica e em que o desemprego cresceu. Isso também é consistente com estudos históricos que mostram um aumento de suicídios associados a 'indicadores iniciais' de crise, como a turbulência no setor bancário''.

Não é de hoje que a sociedade se desespera a ponto de tirar a própria vida ao invés de tentar passar pelas crises que são diversas. A cultura do capital pelo capital tira toda a importância da vida e tudo o que ela pode proporcionar alem dos recursos adivindos do dinheiro. o ser humano está tão apegado a valores sem valor nenhum que troca o certo pelo errado sem perceber. Crises são importantes pois elas dão o tempero e o equilibrio para que uma nação se estabilize e firme bases para poder crescer de novo.

E para isso um país precisa de seus filhos para o trabalho, se todos por mero medo do que pode acontecer desistirem, o que será do amanhã? Como afirma o Diretor presidente da Legião da Boa Vontade " O suicidio não resolve as angustias de ninguem" acabar com a vida assim pensando se livrar dos problemas é ter uma gama de outros multiplicados. A vida é um dom de Deus, quem tem a vida tem todas as oportunidades para enfrentar e solucionar problemas, deixar de viver é um ato de covardia. pense nisso e seja feliz!

Siga-me os bons, twitter: @Giliotti

Tem uma vaguinha ai???

Estaríamos inebriados com tantos sucessos. É o emprego garantido. Se sindicalista, é juntar a fome com a vontade de comer. Se perder a eleição, não se preocupe, temos uma vaguinha para você. É a gloria, o sucesso, sem qualquer mérito, mas quem está preocupado com isso?

Os idiotas abrem as portas para nós atravancarmos e atravancamos. Pequenos percalços, alguns até incentivados por nós, tonteiam a fajuta oposição e obnubilam a visão dos mais críticos.

O MST prossegue impune como entidade sem registro, mas aquinhoada com recursos governamentais, mais adestrado, mais agressivo, conforme os planos.

Reforçamos as dicotomias sociais e recrudescemos as diferenças. Negros, índios, quilombolas, pervertidos sexuais, estudantes, beneficiados com bolsas, maconheiros e bandidos presos ou ainda livres nos adoram.

Pagamos auxilio - reclusão para quem vai preso, mas não para as vítimas. Os defensores dos direitos humanos entram em orgasmo com esta e outras medidas, que consideram compensadoras de seus esforços do tudo pelo social.

Inventamos as cotas, alimentamos raivas, adubamos ódios e fortalecemos as nossas posições. Sem esforço, acuamos a milicada.

Desarmamos todos os homens honestos. Só falta proibir a cusparada em nós, que breve será enquadrada em crime hediondo.

Somos batutas em criar Seminários, Debates e Referendos, que inundamos de cumpanheiros que sufocam os contrários.

Metemos a mão em tudo, como nada fazem, vamos em frente.

Apadrinhamos o trem – bala contra tudo e contra todos. Soltamos o Batistti, entregamos os exilados cubanos, expulsamos os plantadores de Roraima e abençoamos como família a juntada de dois homens, de duas mulheres, meras amostras de como e de quanto podemos. Decretamos que é proibido beber um copo de cerveja se for dirigir, apesar de já existirem rígidas regras de controle através dos bafômetros, nunca dantes aplicadas. Para os trouxas um tremendo sinal de que o governo está preocupado com a moral e os bons costumes.

Sublimamos o politicamente correto. Mas, matreiramente, decidimos o que é politicamente correto, logo... chamamos de afro - descendentes negros retintos, de incompreendidos sexuais as mais asquerosas bichonas e, carinhosamente, de aloprados a um bando de malfeitores.

Estamos de olho na comunidade maconheira, por isso acenamos a nossa simpatia para a descriminação do produto, é o voto certo da galera.

Na educação o lema é deseducando que se vai ao longe. Nas Escolas, nas Universidades estamos formando novos quadros, jovens cheios de idéias, combativos, dispostos a tudo, inclusive, colher cana em Cuba.

Nos livros, um patrulhamento infame, até Monteiro Lobato foi escrachado. Incentivamos a incerteza sexual das criancinhas. Os desnorteados serão uma presa fácil para cooptação.

Nas artes, viva a sodomia, pois quanto mais promiscuidade melhor.

Nossa gestão de tirar dinheiro de muitos, segurar uma parte para nós e repartir o resto para a comunidade pobre é elogiada mundo a fora. Incentivamos a poupança sabendo que ela rende menos do que a inflação. Patrocinamos com polpudos aportes as ONGs co - irmãs.

O PAC 1 vai de mal a pior, e até criamos o PAC 2, mas o que importa é inaugurar o teleférico das comunidades no Rio de Janeiro. Isto dá IBOPE.

Banalizamos a pratica da negociação malandra, quando nós e os nossos comparsas ganhamos, só a viúva é quem perde, e ninguém reclama.

Aprovamos o Regime Diferenciado de Contratações (viva a Copa), que muito breve deverá ser extensivo às obras do PAC, metemos a mão na Vale do Rio Doce, o BNDES é o nosso caixa dois, elegemos a poste de alta tensão, a Petrobras é do PT e os sindicatos não prestam contas a ninguém.

Enfim, culpamos a sociedade por todas as mazelas, diferenças sociais, atrasos e demais óbices da Nação, por isso, por sua incúria, ela deve pagar com pesados impostos. Daí é só cobrar que a sociedade culpada, paga sem chiar.

Assim, em menos de uma década subvertemos as mente e as consciências. Não há do que reclamar, melhor estraga.

Em cada rincão, temos massas de manobra para com violência sublinhar nossas posições. A Idelli de leão de chácara foi travestida em Miss Simpatia. Mas é disso que o povo gosta. não é? espero que não!

 Querem mais? não esqueça de ser feliz!

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Verbiando...



É velha conhecida dos linguistas a regra da quarta proporcional. Assim: se a criança sabe que o futuro do verbo comer é "comerei", ao conjugar o futuro de trazer, ela pode dizer "trazerei". Esta é a quarta proporcional, um fato lógico, enquanto "trarei" é um fato de língua, que se adquire com a experiência progressiva do idioma.

A regra pode ser aplicada a situações sociais mais complexas: Se alguém ofende judeus e é socialmente classificado como racista ou antissemita, parece lógico que ofensas dirigidas aos negros tipifiquem o racismo. Aliás, o antissemitismo, como bem mostra o antropólogo Louis Dumont em Homo Aequalis, é a forma princeps do racismo no Ocidente.

Trata-se de um tipo simples de raciocínio que pode servir para dirimir certas dúvidas quanto às ambigüidades da discriminação. Não comparece aqui nenhum vezo acadêmico, mas um exercício de observação de imprensa, considerando-se as repercussões do episódio "Monteiro Lobato/bloco carnavalesco "Que merda é essa?" sob o pano de fundo do incidente em Paris com John Galliano, estilista da Casa Dior (ver, neste Observatório, "Monteiro Lobato vai para o trono?" e "Monteiro Lobato não precisa de buzinadas").

Eugenia rediviva

Todo mundo está a par, mas vale um pequeno resumo. De cara cheia do que não se sabe, o estilista que veste (agora, vestia...) celebridades insultou judeus em pleno Marais (bairro parisiense com uma presença numerosa de comércio e moradores judeus), além de proclamar o seu amor por Hitler. As conseqüências foram imediatas: Galliano não só foi demitido da Dior como as roupas que ele assinara para as atrizes da festa do Oscar deixaram de ser usadas. "Ele me enoja" foi a frase-síntese da atriz Natalie Portman para o episódio.

Agora apliquemos a regra da quarta proporcional a um caso fictício em que um estilista da língua, um bom escritor se refira ao povo de Israel nos mesmos termos em que Monteiro Lobato se referia aos negros, por exemplo, nos textos transcritos pelo jornalista Arnaldo Bloch na página "Logo" de O Globo (2/3/2011). Pergunte-se: o que aconteceria? Haveria escritor, editor ou colunista atestando que não havia racismo nenhum, que os tempos eram outros, que é ridículo buscar cabelo em ovo, que a consciência infantil jamais seria afetada pelas imagens de rebaixamento e que, no fundo, imaginação literária não é imagem em ação?

Temos certeza de que não haveria. Por quê? Pelo simples fato de que a comunidade judaica aprendeu a repelir a infâmia do racismo. Primeiro, ela sempre soube, por sua milenar tradição intelectual, da importância de se ter autoridade semântica sobre si mesmo; segundo, por meio do sofrimento infligido à consciência pela disseminação, realmente virótica, dos estereótipos negativos. O humor judaico conhece a diferença entre as auto-ironias e o discurso da infâmia.

Ora, dirão, os tempos eram outros, até mesmo da pena esclarecida de um Sérgio Buarque de Hollanda partiu em certo momento (1920) um juízo negativo sobre a mestiçagem. Muito antes disso, entretanto, intelectuais brasileiros como Joaquim Nabuco e Rui Barbosa entenderam perfeitamente o papel desempenhado pelos africanos e seus descendentes na formação do povo nacional. Aliás, todos os próceres abolicionistas, claros ou escuros – Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, José do Patrocínio, Luiz Gama e outros – eram atravessados por uma espécie de "espírito" educacional, que não podia comportar juízos "lobatianos" sobre a condição negra.

O abolicionismo era em si mesmo um movimento educacional no sentido amplo da palavra, porque se tratava de preparar as elites dirigentes para o ingresso da nação brasileira no século 20 sob o signo de uma modernidade (de inspiração liberal e européia) incompatível com a escravatura e já muito atrasada frente à conjuntura internacional. Os intelectuais abolicionistas eram educadores coletivos, porque representavam aquilo que Nietzsche chamaria de "autoridade imperiosa em matéria de cultura" (a exemplo de Goethe, Hegel ou Schopenhauer na Alemanha). Por isso, podiam ser implicitamente reconhecidos como "instrutores públicos" ou indicadores da necessidade histórica de se mudar toda uma estrutura anacrônica.

Por outro lado, havia a eugenia, nome da pseudociência surgida em fins do século 19, com o fim de "melhorar" geneticamente a espécie humana, assim como se pode experimentar com animais. Era um anacronismo que arrefeceu nos EUA por volta dos anos 1930, transferindo-se para a Alemanha nazista, onde fez carreira. Além de anacrônico, era um pensamento violento, porque não disfarçava o desejo de morte do Outro considerado geneticamente inaceitável e, por derivação, culturalmente rebaixado pela consciência investida do pior do universalismo europeu. Mesmo deixando de lado o nome próprio, às vezes falando em nome da genética, a eugenia persistiu ao longo do século em escritos de antropólogos, sociólogos, ficcionistas, jornalistas e, pior de tudo, nas falas de professores que os recitavam para platéias em formação.

Recado entendido

Monteiro Lobato está agora em foco precisamente porque era um militante do movimento eugenista, com coragem para dizer o que pensava e sentia. "A escrita é um processo indireto de fazer eugenia", repetia ele, como que deixando aberto o convite, para além do que explicitava em suas cartas, a que se pesquisasse o conteúdo subliminar eugenista em seus textos. Era, reiteramos, racista confesso, sem meias falas. Ignorância é o encobrimento desse dado histórico.

Por que se encobre? Podem ser muitas as respostas, mas simplifiquemos um pouco com a hipótese da existência nas elites brasileiras de um "princípio do avestruz", essa ave que, segundo a mitologia popular, enterra a cabeça na areia para não ver aquilo que teme. Na prática, o struthio camelus é bicho de visão e audição aguçadas, capaz de formidáveis patadas, se ameaçado. Mas o mito lhe atribui esse estranho comportamento, que costuma repercutir na vida real. A mídia, por exemplo, que é intelectual coletivo das classes dirigentes, caixa de ressonância dos fantasmas elitistas, sabe bem a hora de meter a cara no buraco.

Não é um princípio que se aplique a todas as situações espinhosas. Se um economista apresenta a realidade da discriminação em números e com a terminologia de praxe, as pessoas são capazes de assentir com a cabeça, a imprensa escrita é capaz de publicar com destaque a apresentação. A coisa toda pode até incomodar um pouco, mas o economês é discurso de poder, logo, tem vias de trânsito, ainda que levante contradições.

O problema aparece de fato quando o discurso antidiscriminatório tem conotações políticas com rebatimento sobre o plano das relações interpessoais. Aí o bicho pega e comparece o princípio do avestruz: ver o real é assustador. Como "ver" que aquele escritor com que nos embalaram desde a infância e cuja obra resultou naquela série de televisão tão afetuosa e tão vendida no exterior era pior do que o estilista John Galliano, já que não precisava sequer encher a cara ou o nariz para dizer o que pensava? Sobre a mídia ou sobre o cotidiano de cada cidadão, paira o princípio do avestruz como uma espécie de garantia para que não se veja a ignorância própria ou não se veja o tamanho da própria coragem existencial, certamente ínfimo diante da coragem de Lobato que, como frisamos, assinava embaixo da infâmia.

Não se trata, portanto, de censura nem de aplicação do "politicamente correto". Trata-se, sim, de dar nome aos bois, de encarar o real e aprender coletivamente a lidar com os paradoxos, as contradições e as ambigüidades de que também é feito o nosso meio vital, esse "mundo da vida" de que tanto fala o ilustre alemão Jürgen Habermas. Monteiro Lobato e sua literatura fazem parte do mundo da vida nacional.

Mas o Estado-Nação brasileiro ainda não está concluso: deve-se, mais do que nunca, continuar a ler Lobato, apenas, quem sabe, com o cotejo de predecessores como Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, José do Patrocínio ou de autores contemporâneos com uma visão mais generosa da espécie humana. Enfim, é preciso recuperar um pouco do espírito de instrução pública que bafejou o Brasil nas lides abolicionistas e republicanas. A mídia – será apenas a televisão? – tem-nos feito esquecer a brasilidade oitocentista, que presidiu ao nascimento da Nação independente, soterrando-nos com lixo cultural reciclado.

Não procede a afirmação de que esse tipo de revisão é coisa de acadêmico. Academicamente, já fui orientador de tese de doutoramento sobre a literatura de Lobato, sem que se levantasse o tópico do racismo. Não eram majoritariamente acadêmicos aqueles que se incomodaram com a camiseta do bloco carnavalesco em que Lobato sambava com uma negra. Pareceu-me gente que entendia do recado: ele poderia dançar fox-trot, jamais sambar, muito menos com uma negra ou mulata.

Mais embaixo

Aqueles que se manifestaram na rua eram membros dessa coorte crescente de cidadãos cada vez mais inspirados pelas lições anti-racistas da comunidade judaica. A "pretalhada" (termo lobatiano) é mesmo "inextinguível" (termo lobatiano) e está em luta pela representação social. Para quem quiser ampliar até a substância a metáfora do avestruz, vale tomar nota de que a carne dessa ave já não é rara em supermercado: enterrou a cabeça, dançou. Ao jornalista-avestruz, congelado na restituição "afetuosa" do passado, vale a advertência cantada por Zeca Pagodinho: "Camarão que dorme a onda leva".

Por isso tudo foi muito interessante a página "Logo" de O Globo. Transcrevendo trechos inequívocos de textos de Lobato em caixa alta, o jornalista Arnaldo Bloch, jovem e esclarecido membro da comunidade judaica do Rio de Janeiro, deu um recado implícito aos profissionais da leviandade: o buraco é mais embaixo. É assim mesmo que se deve entender o tom do recado. Arnaldo, se bem me lembro, foi da turma do saudoso Bussunda na ECO (UFRJ), na época em que dirigi a escola. Saudoso, sim, pois Bussunda, membro daquela mesma comunidade do Arnaldo, era um iconoclasta que contornava saudavelmente a hipocrisia do "politicamente correto".

Saudavelmente? Sim, na contracorrente do princípio do avestruz e longe, muito longe, da infâmia raivosa.

Brasil precisa cumprir sentença da OEA sobre Araguaia

Brasil precisa cumprir sentença da OEA sobre Araguaia, diz jurista

O professor Fábio Konder Comparato, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, disse que é preciso discutir a responsabilidade do Estado no cumprimento da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a Guerrilha do Araguaia. Ao participar hoje de audiência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, Comparato disse que o Brasil romperá com a ordem internacional se desrespeitar essa decisão.

Em dezembro de 2010, a corte culpou o Brasil pelo desaparecimento de 62 integrantes da guerrilha, que foi organizada pelo PCdoB no início dos anos 70 na região do Bico do Papagaio (divisa dos estados de Tocantins, Pará e Maranhão) e classificou o fato como crime contra a humanidade. O Estado também foi condenado a devolver os restos mortais às famílias.

Para Comparato, o debate não deve levar em conta o conflito entre a decisão da corte e o julgamento anterior do Supremo Tribunal Federal (STF). A sentença da OEA é contrária a uma decisão do STF de maio de 2010, que considerou anistiados todos os crimes políticos e conexos cometidos durante o governo militar, por agentes do Estado ou por militantes políticos contrários à ditadura.

Punição
A diretora do Centro pela Justiça e Direito Internacional (Cejil Brasil), Beatriz Affonso, ressaltou na audiência que a sentença da OEA determina a tipificação do delito do desaparecimento de pessoas. “Deve ser punido quem fez desaparecer e quem hoje oculta informações”, disse. A Cejil Brasil representa familiares de 53 vítimas.

Após a decisão da corte, o governo federal ampliou o grupo de buscas por restos mortais de integrantes da guerrilha. Esse grupo era formado apenas por militares e passou a incluir representantes da Comissão de Desaparecidos Políticos e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Beatriz Affonso lembrou, no entanto, que a sentença também determina a participação de familiares nas buscas. Ela defendeu, ainda, a participação do Ministério Público nas buscas.

A audiência ocorre no Plenário 9.

Concurso nacional de fotográfia



4? Concurso Nacional de Fotografia - Retratos da Vida

domingo, 12 de junho de 2011

Artigo de José de Paiva Netto: "Sejamos sempre como namorados"


Pessoal trago à todos um artigo que muito me ajudou a entender o verdadeiro sentido do tão falado "AMOR" que sempre nessa época o lembramos e as vezes, deliramos, viajamos ao pensar sobre, meditem nessas considerações e boa leitura:


Doze de junho, Dia dos Namorados!

Quando a gente ama, as épocas vão passando, e até as marcas do rosto do ser amado tornam-se beleza. É igual a um bom vinho. Ele é sempre melhor com o decorrer dos anos, desde que não o deixemos azedar.
O saudoso Alziro Zarur (1914-1979), poeta, costumava dizer: “O Amor é todo o encanto da vida. A vida sem Amor não vale nada”.

A beleza do Espírito — Mas, se Você namorar uma moça, noivar e casar com ela só por causa da formosura, poderá dar-se mal, pois a fascinação exterior passará como o vento. Contudo, se for unir-se porque tem Amor, o encanto físico poderá não mais existir com o tempo; porém, Você a amará como a amou quando era jovem.

Assim também pode ocorrer com relação às moças: se for juntar-se ao rapaz apenas porque ele possui um tórax avantajado, no futuro aquele físico murchará. E o seu Amor? Fenecerá com ele? Que Amor é esse, então?! Não terá passado de um sentimento falso. Mas, se constituir matrimônio com um homem por amá-lo verdadeiramente, a felicidade crescerá como as árvores seculares, porque o bem-querer será infinito.

A beleza é uma coisa primorosa. O Amor, porém, é muito maior do que tudo isso. Ele estabelece a simpatia. E este é o atrativo que não morre, a graça eterna do Espírito. Nem a morte separa os que se amam.

Lembro-me de um belo canto do saudoso Alziro Zarur, no seu poema “Aos Casais Legionários”: “Não é o corpo que atrai: / É o Espírito que ama”. (...)

O princípio básico do Ser — O Amor, acima de tudo, antes de ser carnal, deve provir da Alma. Do contrário, pode morrer na noite de núpcias...

(...) Se amamos de verdade, até para a luta comum nos tornamos mais fortes. Nada ensombrece o nosso destino. Pelo contrário, robustece dentro de nós aquilo que possuímos de mais valioso, que é a coragem sustentada em Deus, aquela em que se devem alicerçar as outras boas qualidades humanas e espirituais. Por isso o Amor é o inesgotável combustível dos que têm e vivem um grande e verdadeiro ideal. (...)

E, se Você não crê que exista um Poder Supremo atento às suas dificuldades, lembre-se de que os bons sentimentos são a sustentação de sua vida, de tal forma que esteja em paz consigo mesma ou consigo mesmo.
O essencial é que, passados os anos, criados os filhos, vencidas as dores e os empecilhos, vivamos sempre como namorados!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor, é Presidente das Instituições da Boa Vontade.

Espero que esse texto produza em todos os mesmos benefícios que proporcionou à mim!

Obrigado e sucesso!

David
Twitter: @Davidfg144
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sábado, 4 de junho de 2011

BOCA QUE FALA, PODE NÃO MAIS FALAR.


No intuito de tentar intimidar e silenciar quem ainda faz Jornalismo de verdade, a ditadura dos meliantes formula mais um atentado à liberdade de expressão. Acuado por denúncias que o desestabilizam, o governo do crime organizado bota sua base amestrada para aprovar, a toque de caixa, o inconstitucional projeto de lei que tipifica o crime de violação e vazamento de sigilo investigatório. O mais grave é que grande parte do Poder Judiciário é favorável a tamanha excrescência bolada pelos usurpadores do Estado e seus agentes de influência.

Jornalistas poderão ser indiciados por revelar ou divulgar de fato que esteja sob investigação, em qualquer tipo de procedimento oficial. A pena prevista para quem desafiar tal Lei da Mordaça é de dois a quatro anos de reclusão, além de multa. Atendendo aos interesses da petralhada no poder e seus comparsas, o plenário da Câmara deve aprovar, em breve, o projeto de lei do deputado Sandro Mabel (PR-GO) que torna crime a violação e vazamento de sigilo investigatório. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou ontem este monstrengo jurídico que também tem o objetivo subliminar de neutralizar a Lei da Ficha Limpa – impedindo a divulgação de políticos com problemas judiciais.

Passou o substitutivo do relator, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), que define o crime como "revelar ou divulgar fatos ou dados que estejam sendo objeto de investigação criminal sob sigilo". Na verdade, os políticos legislam em causa própria. Até janeiro deste ano, segundo dados consultados em Tribunais Regionais Eleitorais, pelo menos 155 deputados federais e senadores respondem a processos criminais ou cíveis – que os tornariam inelegíveis, se o princípio ético fosse aplicado na política tupiniquim.

Pelo menos 114 deputados são alvos de 243 inquéritos e ações penais no Supremo. Em 78 casos, a Justiça encontrou elementos para transformar 51 deputados em réus, acolhendo parecer do Ministério Público Federal por entender que há fortes indícios de envolvimento dos acusados nos crimes atribuídos a eles. Hoje 136 congressistas (22 senadores) acumulam 293 processos (50 envolvendo senadores) no STF. Os políticos são acusados ou suspeitos de crimes de trabalho escravo, corrupção passiva e ativa, estelionato, crime contra o sistema financeiro e a ordem tributária, coação, lesões corporais, crime contra a liberdade pessoal e até homicídio qualificado.

Como um quinto do Congresso parece fazer formalmente parte do Mundo do Crime Organizado, o interesse imediato da classe política é impor uma Lei da Mordaça invocando o questionável direito ao sigilo sobre a investigação de seus crimes – na maioria das vezes cometido contra a coisa pública.
Separa depressa

Numa votação relâmpago o plenário do Senado aprovou ontem projeto de decreto legislativo que prevê a realização de um plebiscito, ainda esse ano, para decidir sobre a criação do estado de Tapajós.

O projeto aprovado prevê que a consulta à população paraense será sobre o desmembramento da área do Pará onde se situam 27 municípios localizados na parte oeste do estado, onde vivem 1,7 milhão de pessoas (metade da população paraense).

No mesmo plebiscito a população vai dizer se concorda ou não com a criação de outro estado, o de Carajás, a ser criado com o desmembramento de municípios ao sul e sudeste do Pará.

Stalinismo educacional

Os petistas revelam seus instintos autoritários sempre que podem.

Ontem, em audiência pública no Senado, o prestigiadíssimo ministro da Educação, Fernando Haddad, fez uma gracinha ao comentar uma crítica do senador Álvaro Dias, que comparou os livros didáticos do MEC, fazendo menção ao ditador soviético Josef Stalin.

Alegando que seria uma atitude fascista recolher os exemplares distribuídos de livros de história, Fernando Haddad stalinizou:

O Stalin lia os livros antes de fuzilar os inimigos”.

Pelo que ele disse, sorte nossa que o nosso Extalinácio detesta ler livros...

Contra o kit burrice

O advogado Luciano Blandy com uma ação popular manifestando indignação com os erros de português encontrados no livro “Por uma vida melhor”, da coleção “Viver, Aprender”, distribuído nas escolas pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC).

A publicação foi adotada e adquirida pelo Programa Nacional do Livro Didático – Educação de Jovens e Adultos (PNLD EJA) e seria utilizada em mais de 4 mil escolas públicas do País para a Educação de jovens.

Blandy pediu que o MEC recolha todos os livros, que a Global Editora e Distribuidora LTDA devolva os valores recebidos com a venda ao órgão da educação e que o ministro da Educação, Fernando Haddad, indenize erário público pelo valor pago à Empresa de Correios e Telégrafos.

O caso está com o juiz Federal, Eurico Zecchin Maiolino, que pode tornar ainda mais complicada a vida do stalinista Haddad.

TST decidiu

O Tribunal Superior do Trabalho inovou ao proferir decisão eximindo a responsabilidade da empresa de pagar horas extras e reflexos decorrentes do aumento de jornada.

O TST julgou um caso concreto de um funcionário que perdeu sua função em razão do avanço tecnológico, foi remanejado para outra função e houve aumento em sua jornada de trabalho sem aumento salarial.

O Tribunal levou em conta que a negociação teve como objetivo principal preservar o emprego do trabalhador.

Muito provavelmente, esse entendimento pode ser aplicado em outros casos que envolvam empresas em crise financeira, já que os processos devem levar em consideração a realidade envolvida e não apenas a legislação vigente.

Os advogados Ana Carolina Moraes Navarro, Antonio Carlos Santarosa Junior, Daniela Dalfovo, Gleynor Alessandro Brandão comemoraram a vitória no TST.

Governo comemora

Para alegria dos governos, o TST estabeleceu que o tomador do serviço tem a responsabilidade sobre os pagamentos dos empregados, no caso da prestadora do serviço deixar de fazê-lo.

Assim, o poder público não pode ser responsabilizado por dificuldades que empresas terceirizadas tenham com seus funcionários.

Por esta decisão, empregados de companhias contratas por órgãos municipais, estaduais e federais que ficarem sem receber salários ou encargos, não poderão cobrar as empresas em que são funcionários e o ente público que contratou os serviços.

As terceirizações ficam complicadas porque, na prática, o trabalhador não tem mais a certeza de que irá receber tudo o que lhe é devido em função do vínculo empregatício.

Coisas que nenhum jornal escreve, nenhuma revista pública, nenhuma emissora notícia, você só vai ler aqui, por que é possivel calar a voz, mais os pensamentos não podem ser controlados, essa é a missão do blog BOCA QUE FALA NÃO CALA de não deixar passar nada, denunciar, provocar, instigar o raciocinio de quem lê este artigo e faze-lo um transformador em potêncial. Este blog é feito por gente que acredita que tudo pode ser melhor, por que acreditamos e lutamos por um digno presente com uma humanidade muito mais feliz.


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segunda-feira, 23 de maio de 2011

EDUCAÇÃO: " AJENTE NAUM VÊ POR AKI"


Uma das mais importantes manifestações de politicas públicas de um país para com o seu povo é o investimento em educação, já que ela forma o cidadão e o capacita para exercer diversas tarefas no meio social. Sem educação o individuo fica jogado a sua própria sorte, sem destino certo; já que a educação aplicada ao desenvolvimento do conhecimento, carregado de cultura local ou de massa é parte fundamental no desenvolvimento humano.

Um país educado, é consequentemente dono de uma soberânia invejável, os países com altos indices em educação, exibem modelos econômicos e de sustentabilidade superiores aos que não aplicam os recursos necessários para que a educação seja o foco principal. Por que investindo em educação, você economiza em outros setores, como por exemplo: Saúde. Quanto mais preparado for o individuo, mais informação ele carrega com sigo. em tese um individuo educado com excelência, tem mais conhecimento e por esse motivo conhece as consequências de uma alimentação não balanceada, da falta de exercicios, do uso de substâncias tóxicas e do álcool, se isso for enraigado desde seus primeiros anos de vida, em uma escola, que com todo seu aparato técnico e arquitetônico possa oferecer junto a professores capacitados e remunerados dignamente uma educação de excelência, entendendo e compreedendo que cada pessoa tem uma necessidade, e cada ser aprende e compreede de uma forma, o padrão não pode ser um só, o b-a-bá não é visto da mesma maneira por todos, as vezes existem as dificuldades causadas por motivos que desistimulam o estudante a compreender melhor.

E não é só isso, existe tambem o falho sistema juridico de nosso país, com as muitas brechas disponiveis, bandidos, corruptos, ladrões, aliciadores, geralmente não pagam pelos seus atos, pois o sistema é precário e não sabe punir. Isso tudo ajuda e consolida cada vez mais o sentido de impunidade, dá brecha e insentivo as crianças que passam por situações de desconforto dentro do lar, por falta de coisas matérias e até mesmo da ausência do carinho dos pais, que são ausentes por trabalharem muito, para poderem cuidar da casa, ou por muitas das vezes o vicio em drogas ou álcool é o grande vilão. isso tudo contribui e leva a criança o jovem que hoje é um estudante a se enveredar pelos caminhos fáceis, já que visualiza o fato de que estudar em um país que não dá atenção a educação, não é muito lucrativo.

E uma voz se levanta.

A professora do Rio Grande do Norte Amanda Gurgel virou heroína da causa da classe, por melhores salários, nas redes sociais. Um vídeo no qual ela silencia os deputados do RN em audiência pública quando fala sobre a situação crítica da educação já tem mais de 54 mil visualizações no You Tube.Em seu depoimento, Amanda Gurgel acaba fazendo um resumo preciso sobre o quadro da educação no Brasil apresentando seu contracheque de R$ 930 reais. "Como as pessoas até agora, inclusive a secretária Bethania Ramalho, apresentaram números, e números são irrefutáveis, eu também vou fazê-lo. Apresento um número de três algarismos apenas, que é o do meu salário, de R$ 930".
A professora continua seu discurso dizendo que "os deputados deveriam estar todos constrangidos com a educação no estado do Rio Grande do Norte e no Brasil. Não aguentamos mais a fala de vocês pedindo para ter calma. Entra governo, sai governo, e nada muda. Precisamos que algo seja feito pelo estado e pelo Brasil. O que nós queremos agora é objetividade".

Indices da educação no país segundo o Mec e Inep.

Elevados índices de repetência e de abandono da escola no Brasil foram apontados em relatório da Unesco   SÃO PAULO - Com índices de repetência e abandono da escola entre os mais elevados da América Latina, a educação no Brasil ainda corre para alcançar patamares adequados para um País que demonstra tanto vigor em outras áreas, como a economia. Segundo o Relatório de Monitoramento de Educação para Todos de 2010, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a qualidade da educação no Brasil é baixa, principalmente no ensino básico.   

Veja o relatório da Unesco   

O relatório aponta que, apesar da melhora apresentada entre 1999 e 2007, o índice de repetência no ensino fundamental brasileiro (18,7%) é o mais elevado na América Latina e fica expressivamente acima da média mundial (2,9%).   O alto índice de abandono nos primeiros anos de educação também alimenta a fragilidade do sistema educacional do Brasil. Cerca de 13,8% dos brasileiros largam os estudos já no primeiro ano no ensino básico. Neste quesito, o País só fica à frente da Nicarágua (26,2%) na América Latina e, mais uma vez, bem acima da média mundial (2,2%).      

Na avaliação da Unesco, o Brasil poderia se encontrar em uma situação melhor se não fosse a baixa qualidade do seu ensino. Das quatro metas quantificáveis usadas pela organização, o País registra altos índices em três (atendimento universal, igualdade de gênero e analfabetismo), mas um indicador muito baixo no porcentual de crianças que ultrapassa o 5º ano. Problemas que a educação brasileira ainda enfrenta, a estrutura física precária das escolas e o número baixo de horas em sala de aula são apontados pelos técnicos da Unesco como fatores determinantes para a avaliação da qualidade do ensino.   Crise financeira   A crise financeira que ainda reprime o desenvolvimento de países em todo o mundo poderá também ter um reflexo bastante negativo na educação, alerta o relatório da Unesco. De acordo com a organização, o aumento da pobreza e os cortes nos orçamentos públicos das nações podem comprometer os progressos alcançados na educação na última década, principalmente nos países pobres.   

"Enquanto os países ricos já estão criando as condições necessárias para sua recuperação econômica, muitos nações pobres enfrentam a perspectiva imediata de uma degradação de seus sistemas educativos", alerta Irina Bokova, diretora-geral da Unesco. "Não podemos permitir o surgimento de uma "geração perdida" de crianças privadas da possibilidade de receber uma educação que lhes permita sair da pobreza."   Com este cenário, a Unesco avalia que a comunidade internacional não deverá alcançar nenhum dos seis objetivos estabelecidos em 2000, em Dacar, no Senegal, que, juntos, visam a universalização do ensino fundamental até 2015. Segundo o relatório, seria necessário cobrir um déficit de US$ 16 bilhões para atingir essas metas, acabando com o analfabetismo, que hoje atinge cerca de 759 milhões de adulto no mundo, e possibilitando que as mais de 140 milhões de crianças e jovens que continuam fora da escola tenham a oportunidade de estudar.

Ainda há tempo!

Esses resultados são em grande parte nossa culpa tambem, por que deixamos de cobrar, nos esquecemos que o poder público tem que prestar contase deixar de maquiar os indices em relação a educação no país, nossas crianças e jovens simplesmente são iletrados diplomados, do que vale o papel se os resultados na prática demonstra toda inépsia de se cuidar adequadamente de algo fundamental que é basilar na formação de uma pátria. Não se cale, se a escola que seu filho(a) estuda não tem as minímas condições dignas para oferecer uma educação de base necessária para a formação intelectual, denúncie, proteste, divulgue essa informação, nenhum esforço pela mudança é em vão, é atravez de lutas e de vozes que querem a mudança que esse quadro pode se reverter. Lute por essa conquista e nunca deixe de ser feliz!

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terça-feira, 17 de maio de 2011



Você se lembra de quando era criança em que a chamava carinhosamente de "Mãe Natureza"?
Ah sim, lembrou agora? É uma boa hora ainda!

Vejamos algumas situações em que nossa "Mãe Natureza" vêm passando:

1 - Adiada a votação do Novo Código Florestal para o fim do mês de maio de 2011: Esse código prevê muita bondade aos produtores, isto é, bom para quem produz, mas ruim para o meio ambiente. E o deputado Aldo Rebelo que é o relator do texto, ainda achou uma maravilha a adiação da votação do código para o fim do mês de maio/2011, pois assim pode - se "flexibilizar" ainda mais o código. "Flexibilizar", negociar, fazer acordos, etc. Tudo em nome de "garantir as necessidades de produção". Mas que conversinha pra boi dormir! Nada disso garante o mais importante: A PRESERVAÇÃO DA NATUREZA.

2 - Relator critica regulamentação do Código Florestal por decreto: Relator da reforma do Código Florestal, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) afirmou nesta sexta-feira que "não tem sentido" o uso das APPs (áreas de preservação permanente) ser definido por decreto presidencial.
Aldo defendeu que conste em seu relatório que será votado pelo plenário da Câmara uma lista com as atividades agrícolas que poderão ser exploradas nas APPs. Ele quer mesmo é que se dê brechas aos produtores e defende esse ponto de vista com unhas e dentes.

3 - Temer minimiza conflito em torno do Código Florestal: O vice-presidente Michel Temer (PMDB) minimizou o conflito na base aliada do governo e disse que a discussão em torno do Código Florestal é natural. Isso sim é de "TEMER" com certeza! O vice - presidente tratando dessa forma uma discussão tão importante não dá pra entender.

4 - Lei ambiental pode piorar: E mesmo depois de tanta discussão a coisa pode piorar (e como as coisas são no Brasil...humm). O debate sobre o novo Código Florestal, que já está ruim, poderá ficar ainda pior. O governo Dilma sabe disso e já trabalha para evitar que o PMDB confirme o ex-governador de Santa Catarina Luiz Henrique da Silveira como relator da matéria no Senado. Quando governador de Santa Catarina, Luiz Henrique sancionou uma legislação que, na prática, acabaria com o resto da Mata Atlântica no Estado. A Justiça impediu sua aplicação. Mas...Luiz Henrique vem dizendo que pretende reeditar a lei que sancionou, caso assuma o posto. Para Luiz Henrique, o Código Florestal deveria criar apenas "regras gerais", isto é, a coisa bem genérica pra ficar fácil de burlar.

Enquanto isso:

5 - Inpe confirma previsão de Amazônia mais quente e seca: Diante dessa discussão onde fica claro que a exploração florestal continua, as previsões assustam. A floresta amazônica ficará mais quente e com eventos naturais extremos, como grandes secas ou inundações cada vez mais comuns.

6 - Desmatamento em Mato Grosso aumenta 43%: O desmatamento aumentou em 43% no Estado de Mato Grosso conforme dados do Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real) coletados entre agosto de 2010 e abril de 2011 e comparados com o mesmo período anterior.

7 - Norte de MG pode virar deserto dentro de 20 anos: Um terço do território de Minas Gerais pode virar "deserto" em 20 anos. A conclusão é de um estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente ao governo mineiro e concluído em março. O desmatamento, a monocultura e a pecuária intensiva, somados a condições climáticas adversas, empobreceram o solo de 142 municípios do Estado. E como a extração agressiva deve continuar na região, o quadro pode piorar. Se nada for feito para reverter o processo, de acordo com o estudo, essas terras não terão mais uso econômico ou social, o que vai afetar 20% da população mineira. Isso obrigaria 2,2 milhões de pessoas a deixar a região norte do Estado e os vales do Mucuri e do Jequitinhonha.

8 - Consumo de recursos naturais pode triplicar até 2050, diz ONU: Isso nos mostra para onde estamos caminhando e é bem triste. O consumo mundial de recursos naturais, como minérios e combustíveis fósseis, pode triplicar até 2050 e causar um catastrófico impacto sobre o ambiente, alerta um relatório divulgado pela ONU, que pede aos países que ajam com rapidez para evitá-lo. "A humanidade pode e deve fazer mais com menos", ressalta o estudo do Pnuma, que explica que atualmente os habitantes dos países desenvolvidos consomem, em média, 16 toneladas per capita por ano desses recursos essenciais, enquanto um cidadão da Índia consome quatro toneladas por ano.

E por fim: o Ibama chama agentes do Brasil todo para a Amazônia... como uma forma desesperada de buscar de uma "luz no fim do túnel". E a razão é bem simples: A explosão no desmatamento na Amazônia fez o Ibama suspender todas as suas operações de fiscalização no país para concentrar esforços na contenção da derrubada. O governo acredita que o pulo nos índices de desmate é resultado da perspectiva de afrouxamento da legislação com o novo Código Florestal.

Com certeza a gente poderia seguir listando ítens que mostram a maldade com nossa "Mãe Natureza", que na verdade recebe um tratamento que nem mesmo a pior "Madrasta" (existem madrastas melhores que muitas mães, mas usamos o termo para ilustrar apenas) mereceria tal tratamento.


Lembremos da admoestação do escritor Paiva Netto: "A destruição da Natureza, é a extinção da raça Humana!"

Abraços!

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terça-feira, 10 de maio de 2011

CONSEGUI MEU EMPREGO, E AGORA?




Os brasileiros tem uma preocupação muito grande em buscar um emprego fixo com carteira assianda, assim como manda o figurino, isso já está bem fixado em nossas mentes, nós sabemos dos nossos direitos e quais as emrpesas que atendem as nossas necessidades. Porém, após conseguir o tão sonhado emprego é que a maioria das pessoas comentem um grande erro: - o comodismo.
Conseguir um bom emprego é difícil, mas manter-se nesse emprego é um desafio maior ainda.
Muitas pessoas pensam que como não são "donos da empresa" não são obrigadas ao esforço, pois bem, saiba que é da emrpesa que vem seu sustento, logo, se a empresa perde, você também perde.
O comodismo é o maior inimigo dos colaboradores, pois passado algum tempo, eles não se especializam, não buscam novos conhecimentos e tão pouco se interessam com outras atividades além do que é sua obrigação, não estou dizendo para você passar na frente de ninguém, mas quanto menos você for útil para empresa, menor será a possibildiade de você continuar, um bom colaborador, é aquele que veste a camisa da emrpesa, que tem visão de dono, pois trata a empresa como se fosse sua e mantém desde seus líderes a seus subordinados a mesma cordialidade por mais tempo que se tenha de casa.
Por fim, se estiver insatisfeito com a empresa, deve-se abrir o jogo, mostrar respeito e não tentar foçar uma demição, pois deve-se sempre deixar as portas abertas, pois nunca se sabe o dia de amanhã, manter-se no emprego requer ética e não são todos que tem essa capacidade, mas aos que tem, haverá uma vida longa e produtiva e tenha certeza que as oportunidades de crescimento virão.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Era uma vez... uma história sem fim!





Um em cada quatro senadores responde a algum tipo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Dos atuais 81 senadores, 22 aparecem como réus ou investigados em ações penais ou inquéritos em tramitação na mais alta corte do país. A maioria desses parlamentares com pendências na Justiça ocupa cargos de comando no Senado. Catorze deles presidem comissões permanentes, lideram bancadas ou têm assento no Conselho de Ética ou na Mesa Diretora da Casa. Alguns, até, conciliam essas funções. No total, os senadores acumulam 50 pendências judiciais: 36 inquéritos (investigações preliminares) e 14 ações penais (processos que podem resultar na condenação do acusado).

No momento, nove senadores são réus no Supremo. Desses, oito ocupam cargos de destaque na Casa. São eles: Cícero Lucena (PSDB-PB), Fernando Collor (PTB-AL), Jayme Campos (DEM-MT), João Ribeiro (PR-TO), Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), Roberto Requião (PMDB-PR), Sérgio Petecão (PMN-AC) e Valdir Raupp (PMDB-RO). O nono senador a figurar como réu é o ex-governador de Rondônia Ivo Cassol (PP), que não exerce função de liderança nem comanda comissão. Diferentemente do que ocorre com os inquéritos, fase preliminar da investigação, no caso das ações penais a Justiça aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público Federal por considerar que há fortes indícios de que os acusados cometeram os crimes dos quais são acusados.

São atribuídos aos senadores cerca de 20 tipos de crimes. As acusações mais comuns são pelos chamados crimes de opinião, como calúnia, injúria e difamação, que se repetem dez vezes. As acusações mais graves estão presentes nas outras 40 investigações. Há seis denúncias por crimes contra a Lei de Licitações, cinco por crime de responsabilidade e outras cinco por peculato (desvio de recursos públicos). Quatro por crimes eleitorais, três por crime contra o sistema financeiro, contra o meio ambiente, falsidade ideológica e improbidade administrativa. Também existem acusações de trabalho escravo, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, crime contra as finanças públicas, corrupção e estelionato. 

E pra você está tudo bem? sabem que eles é quem nos representa, eles é quem fazem as leis, eles é que governam o chão que pisamos deste país, mais a pergunta é: São estes confiáveis para ocupar os respectivos cargos? e nós, o povo, somos capazes de escolher bem aqueles que irão lutar por beneficios e garantir os direitos de quem os elegeu?! o Brasil está crescendo, vem tomando seu espaço no mundo, está se modernizando, porém o sistema politico ou melhor de politicagem do nosso país é arcaico, sujo, monopolizante por que só se elege os que são escolhidos por uma corja de engravatados que vivem a custa do suor da massa que trabalha de verdade, que sustenta o país. Mais parece que não ligamos muito pra isso, é um deixa pra lá, isso foi sempre assim, a justiça não funciona, e com esse pensamento vamos dando corda a corja de covardes e ladrões e vamos sendo enforcados por nossas estúpidas ações de colocar um corrupto pra nos dar representatividade no congresso e no senado federal. cada dia que não nos ingnamos é um dia que os que querem surrupiar a pátria encontra para saborear os prazeres que a vida pública e politica oferece, se isso vai continuar ou não, depende de você! Tá na hora de perguntar: Por que tem que ser assim? pense e as respostas viram. Um país feliz se faz com gente feliz!


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segunda-feira, 2 de maio de 2011

NÃO SE ILUDAM!

 Marketaria Americana.


Venerado acontecimento da noite de domingo 2, parece ficção, mais é realidade. Ou parece realidade mais é ficção!? bom isso em breve saberemos. Um comando transportado por helicópteros das forças especiais da Marinha americana "matou" Bin Laden em uma casa muito protegida em Abbottabad, cidade 70 km ao noroeste de Islamabad. A ação teria durado cerca de 40 minutos, começando 22h30 do horário local. Mais até agora as informações são desencontradas, imagens sobre o suposto corpo de Bin Laden morto já foram retiradas do ar por serem falsas, a Marinha americana afirmou que o corpo já teria sido sepultado no mar, e que amostras de sangue tinham sido retiradas para o exame de DNA. Bom se há esse argumento é por que ainda não existe a certeza de sua morte e de sua idêntidade, não é? sabemos que um homem como Ozama que apesar de ter uma mente duentissíma, era provido de inteligência e audácia, e por esse motivo ficou escondido por 9 anos depois do ataque das torres gêmeas em Nova York, que segundo os Estates que sempre se posicionam como caçadores de vilões pelo mundo inventando inimigos tiranos para manterem sua soberânia afirmaram eles ser o atentado de sua autoria. Mais o ponto onde quero chegar é que se de fato o lider da Al Qaeda foi realmente morto, haverá em contrapartida uma retalhação de seus fiéis seguidores-soldados, o que soma uma imensa multidão de loucos fanáticos e dispostos a se explodirem para demonstrar seus ideais. Não podemos esperar nenhum efeito contrário há esse, pois existe uma sucessão de homens dispostos a levar os pensamentos de Ozama até suas consequências finais, Os Estados Unidos se vangloriam depois de terem seifado vidas inocentes, foram 9 anos de guerra contra o terrorismo, e mais de 150 mil pessoas mortas, por culpa de um homem; isso lá é justo? há quem eles querem enganar? logo,logo outros vilões aparecem e a história volta a se repetir, isso no marketing chama-se: branding, é o termo usado para definir o que o consumidor acha do produto e da empresa em questão. voltando ao assunto os americanos querem ser vistos como heróis do planeta, destruindo inimigos que eles proprios criaram, por motivações militares de guerra ou por pura imaginação desvairada, que é o que vem acontecendo! os extremistas estão ai a solta, mais o combustivel capaz de provocar essas explosões é fornecido pelo que pensa ser o alvo, seguindo o raciocinio de Descartes " Se penso, logo existo" as loucuras vem se tornando reais aos nossos olhos, e somos cada dia mais influênciados pelas nossas paranóias. Que o mundo volte a se reequilibrar e que seu eixo se encaixe na sintonia da paz e da solidariedade e que com a mudança de pensamento a gente nunca possa esquecer de sermos felizes.

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domingo, 1 de maio de 2011

O Brasil é o País do plano B?


Alguém poderia pensar que estou me referindo às citações de Joseph Blatter, presidente da FIFA, que disse confiar na organização do nosso país para a copa de 2014. Bem é isso também. E Será que ele confia mesmo na organização do nosso país? Se ele confia porque abordou e aborda tanto esse assunto?

A verdade é uma só: O Brasil é sim o país do plano B!
E não somente para a Copa do Mundo em 2014, mas para tudo! Isso mesmo: TUDO!

Observe isso:

- Falamos em novos aeroportos e o que estamos fazendo e às pressas? Os chamados “puxadinhos”! Que são “provisórios” segundo dizem, são caros, são feios e são (e aí tem algo que é triste) são SUPERFATURADOS, são sim senhor, ah são, como toda obra pública no Brasil.

- Falamos em melhorias diversas em vários setores e na parte que cabe a iniciativa privada até observamos algo novo, pois os lucros para os setores como Hotelaria, Restaurantes e outros mais serão imensas e por isso os investimentos devem ser nas mesmas proporções. Mas o que cabe ao poder público... já pensam até mesmo em um plano C. Por exemplo: Fora o transporte aéreo que vai de puxadinho mesmo, e o transporte terrestre? Trens, metrôs, ônibus? E esse trânsito nas capitais brasileiras que a cada dia só aumenta? E os Portos do Brasil? As estradas?

Infelizmente não tem projeto “verdadeiro” e concreto, com prazo pra início e fim! Não tem! E esse Rio Tietê hein? Vamos mostrar essa vergonha ao mundo? Vamos sim! Mas por quê? Seria esse um problema novo? Desde quando se fala em despoluição do Tietê? E esse sim não deve ter nem plano C! E o trânsito? Nem plano D, porque tem que vender e vender e incentivar a compra desenfreada de carros e outras “cocitas mas”.

Copa do Mundo à parte, quando ocorreu a tragédia no Japão, tem gente até agora correndo atrás de um plano B, C, D ou até mesmo E, para tentar resolver os problemas da Usina Angra II...hummm mas isso é outro problemão para o nosso país, voltemos à Copa...

Imaginem o que vai ter de gringo xingando o Brasil! E tem muita gente que acha ruim quando um cara famoso fala mal do nosso país na mídia, mas se esquece que o país mais esculhambado em termo de piadas é Portugal, porém, tem como comparar a estrutura do Brasil com a de Portugal? Aí alguém diz: “Ah mais o Brasil é um país novo!” E daí? Só por que é novo tem que ser mal administrado, pobre, roubado e burro? Claro que não!

E é por isso que estamos aqui, queremos ver “um Brasil melhor e uma Humanidade mais Feliz”, mas isso só se faz com um povo educado, instruído, etc etc etc. E pra que isso aconteça temos que continuar falando e agindo em prol de mais justiça e do uso correto das riquezas de nosso país.

O Brasil recentemente foi comparado à África, falavam que faltando três anos para a realização da Copa do Mundo, a África estava bem mais adiantada que o Brasil. Isso é uma vergonha! Nosso país tem muito mais recurso que a África (com todo respeito à África)Mas essa é a pura realidade. Detalhe: na África não teve plano B, foi tudo muito bem feito! Aprendamos com isso! O Brasil tem que deixar de ser o país do futuro e ser o país do presente.

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terça-feira, 26 de abril de 2011

PERGUNTAS SEM RESPOSTAS



1. Quem dirige de fato o Egito, após a queda de Hosni Mubarak? Qual sua tendência política?
2. Quais os objetivos da rebelião líbia, além de derrubar a família Kaddafi?
3. De acordo com as informações divulgadas pelos meios de comunicação, a rebelião líbia é um movimento predominantemente civil. Fulano era professor, Sicrano era encanador, Beltrano era comerciante. Qual, portanto, o sentido das notícias a respeito de armar os rebeldes? Que é que um ex-comerciante vai fazer com um tanque? E o encanador, será capaz de pilotar um caça Tornado britânico? Ou será que os civis não são tão civis assim como a imprensa vem mostrando?
4. A imprensa divulgou como novidade o noticiário sobre a morte de civis em bombardeios da OTAN na Líbia, especialmente após a denúncia do núncio papal em Trípoli. Alguém acreditava, de verdade, que um bombardeio aéreo pouparia todos os civis? Mesmo que todos os cuidados sejam tomados, mesmo que a precisão das bombas e foguetes seja total, sempre há civis por perto. Ou no palácio de Kaddafi todo mundo seria militar, até mesmo as faxineiras?
5. Fukushima já emitiu alguns milhares de vezes o volume de radiatividade tolerável por seres humanos. Houve mortes causadas pela radiação? Há doenças graves já diagnosticadas? No longo prazo, quais os efeitos que o vazamento de Fukushima pode causar – se é que essa resposta existe?
São muitas perguntas, poucas respostas. Mas, quando houve a rebelião no Irã, sabia-se que seu inspirador era o aiatolá Khomeini, que liderava o clero muçulmano, e que havia também participação civil, embora minoritária (e que logo foi descartada). Quando o partido Ba’ath tomou o poder no Iraque e na Síria, sabia-se que o comando caberia a militares nacionalistas, inimigos tanto do Ocidente como dos religiosos muçulmanos. Quando houve o acidente na usina nuclear de Chernobyl, o governo fechou o cerco sobre as notícias e sabia-se que de lá só sairiam boatos, que eventualmente até poderiam ser verdadeiros, mas que seria impossível comprová-los ou não. E agora, quais as respostas?

O especialista e a História
Num desses programas em que especialistas bravos e de paletó apertado olham furiosos para os telespectadores, enquanto brandem suas verdades indiscutíveis, um professor criticou pesadamente o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, por decidir que o princípio constitucional da anualidade não permitia que a Lei da Ficha Limpa entrasse em vigor nas últimas eleições.
Perfeito, a opinião do ministro pode ser amplamente discutida (até porque há, na Constituição, outros dispositivos aplicáveis ao caso, e cada ministro teve também de verificar qual dispositivo, esses ou o da anualidade, seria mais adequado para o caso em julgamento). Mas a argumentação do mestre se baseou em dois pontos:
1. Se a lei tinha de ser aprovada no ano anterior às eleições, por que cinco ministros do Supremo votaram a favor de sua aplicação?
2. Como é que um ministro toma uma decisão sem levar em conta as exigências da opinião pública?
São argumentos que impressionam por sua fragilidade.
1. Cinco ministros votaram de uma maneira, seis votaram de outra. Seis é a maioria. O ministro Fux não decidiu a questão com seu voto: apenas integrou a maioria cujo ponto de vista foi vitorioso.
2. Há duas exigências da opinião pública a ser levadas em conta. Uma delas é a de quase dois milhões de pessoas que assinaram o projeto de iniciativa popular a esse respeito, enviado ao Congresso. A outra é de quem votou nos cavalheiros cuja posse havia sido vetada. No Pará, por exemplo, tanto o primeiro colocado quanto o segundo eram fichas-sujas (ambos, aliás, notórios), e receberam mais votos que seus adversários. E, se é para levar em conta a voz rouca das ruas, que se substituam os tribunais por institutos de pesquisa. pense nisso e não esqueça de ser feliz.

E siga-me os bons, twitter: @Giliotti

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Meio Ambiente

Golfo do México: Um ano depois...





No dia 20 de abril de 2010, um acidente na plataforma "Deepwater Horizon" da BP matou 11 trabalhadores e provocou um vazamento de 4,9 bilhões de barris de petróleo ao longo de 3 meses no Golfo do México. O problema teve início no dia 20 de abril de 2010 e o vazamento só foi totalmente controlado em 19 de setembro. Hoje o Greenpeace acusa a BP de ocultar a quantia real do vazamento e forjar documentos para ocultar essa informação e diz ainda que cerca de 80% do petróleo vazado não pôde ser retirado do mar e continua prejudicando o ecossistema.

A batalha por salvar o ecossistema da região, se estenderá por décadas, segundo todas as previsões.

Como consequência da profundidade que o petróleo derramado atingiu --1.500 metros-- grande parte dessa matéria-prima se confunde com a areia do fundo do mar, enquanto outra grande porção se dissolveu, o que, por enquanto, impossibilita medir seu impacto no futuro.

Embora a maioria das praias já esteja aberta, não se podem descartar novos prejuízos nos mais de 4.800 quilômetros de costa e restingas que foram atingidas pelo vazamento de petróleo.

Em alto-mar, apenas 2.500 dos 220 mil quilômetros quadrados em que a pesca foi proibida após a catástrofe continuam fechados, embora a deterioração das restingas impeça que camarões e ostras que sustentavam a economia do litoral prosperem.

Muitos animais da região também estão prejudicados, em particular as mais de 400 tartarugas que correm risco de extinção e que foram contaminadas, enquanto algumas espécies estão quase totalmente recuperadas, como os pelicanos, que pouco após o vazamento apareceram em várias fotografias com suas asas manchadas.

Durante meses, diversas imagens ilustravam diariamente os meios de comunicação de todo o mundo, que agora dão destaque a outras catástrofes, como o acidente nuclear no Japão.

Mas o vazamento ainda merecerá alguns destaques na imprensa, como matérias referentes à multa que o governo dos Estados Unidos imporá à companhia após o fim das investigações sobre as causas da catástrofe.

A conclusão, por enquanto, é que o desastre não foi causado por um único fator, mas por uma série de erros protagonizados pela BP e uma indústria petrolífera pouco responsável na hora de regular as explorações.

E atenção Brasil pois a BP expande seus negócios nas terras canarinhas e nós podemos ser os próximos da lista...

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